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Advogado diz que houve vazamento de operação sobre roubo de drogas em delegacia; foragido irá se apresentar
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O advogado Everaldo Filgueira afirma que houve vazamento de informações sobre a Operação “Efialtes”, deflagrada pela Polícia Civil quarta-feira (7) para desarticular um esquema de venda de drogas roubadas da 1ª Delegacia de Cáceres (Cisc). Everaldo faz a defesa dos cinco investigadores alvos de mandado de prisão. São eles: Antônio Mamedes, Luismar Castrillon Ramos, Ariovaldo Marques Aguilar, Sérgio Amâncio da Cruz e Paulo Sérgio Alonso.
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“Tivemos conhecimento da operação quase dois dias antes dela ser deflagrada, e isso nos possibilitou organizar a apresentação de todos. De fato, a exceção do Antonio Mamedes que já estava em viagem, os demais (dois deles se apresentaram Ariovaldo e Paulo) e outro o Sérgio preferiu aguardar em casa. Quanto aos demais alvos, que não sou advogado, creio que não ficaram sabendo da operação com antecedência, mas é uma suposição isso”, disse em entrevista ao Olhar Direto.
O único foragido entre os policiais é o investigador Mamedes, que também é suplente de vereador pelo Republicanos. O advogado assegura que ele irá se apresentar nos próximos dias na Delegacia de Sorriso (420 km de Cuiabá), cidade onde ele estaria desde antes a deflagração da Operação “Efialtes”. “Foi um local mais próximo de onde se encontrava no dia da deflagração da operação. Foi um local apontado, naquela região, pela própria PJC, inclusive indicando o nome do delegado que o receberá por lá”, acrescentou.
Dos cinco investigadores, Ariovaldo e Paulo se apresentaram na delegacia. Mamedes não foi localizado e Luismar já se encontrava preso por crime de agiotagem. Ele foi alvo da operação Loan Shark, em agosto deste ano.
Segundo a Polícia Civil, o grupo estaria agindo desde 2015 e já teria subtraído mais de uma tonelada de entorpecente apreendido. Para o advogado, a investigação não é clara sobre o sumiço da droga. “Num primeiro momento o que observamos foram muitas suposições sobre o “sumiço da droga” e a relação destes policiais com o fato. Foi uma investigação neste ponto não tão esclarecedora, o que na verdade reforça a ideia de ser uma operação com a finalidade de achar um pai para o problema. Mas vamos aguardar o desenrolar de toda a investigação para uma análise mais aprofundada”.
OLHAR DIRETO
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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