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DADOS DO IBGE

Mato Grosso registra a menor taxa de desemprego dos últimos 10 anos

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MATO GROSSO

Mato Grosso registrou, no segundo trimestre de 2023, a menor taxa de desemprego dos últimos 10 anos, com apenas 3% de desocupação. 

A informação consta no último relatório da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o informativo, Mato Grosso avançou de 4,5% de desempregos no 1º trimestre de 2023 para 3% no segundo trimestre. No ranking geral, o estado obteve o 2º melhor desempenho do país, ficando atrás apenas de Rondônia, com 2,4%.

Além disso, Mato Grosso foi o estado que percentualmente mais cresceu em geração de empregos nos primeiros seis meses do ano, com alta de 4,81%

“Essa notícia é motivo de muita alegria. Nesse primeiro semestre foram mais de 40 mil novos empregos gerados. Boa parte disso na construção civil, por meio das obras que o Governo do Estado tem tocado em todas as regiões”, relatou o governador Mauro Mendes.

O governador ainda destacou que as medidas adotadas pela atual gestão fizeram Mato Grosso se tornar atrativo para novos investimentos e, consequentemente, para a geração de empregos. 

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Entre elas se destacam a redução de mais de 140 impostos e taxas, isonomia e rapidez na concessão de benefícios fiscais, redução de burocracia, mais celeridade na análise de licenças ambientais e cadastros ambientais rurais, e o fato de Mato Grosso ter retomado a credibilidade perante fornecedores e investidores, com uma gestão fiscal que é destaque no país.

“Estão de parabéns todos os empreendedores, servidores, e todos aqueles que têm ajudado a construir essa belíssima história do nosso estado”, finalizou. 

Confira a série histórica da taxa de desemprego em Mato Grosso:

 

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MATO GROSSO

Moradores de Barão de Melgaço denunciam abandono de obras e cobram ações da Prefeitura

População relata problemas de infraestrutura, obras paralisadas e falta de respostas do poder público. Moradores afirmam que a situação tem afetado o dia a dia da cidade e pedem providências urgentes

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Os moradores de Barão de Melgaço têm utilizado as redes sociais e grupos de mensagens para denunciar o que classificam como abandono de serviços públicos e falta de investimentos em áreas essenciais do município.

As reclamações envolvem principalmente a situação das ruas, problemas de infraestrutura e a paralisação de obras consideradas importantes para a população. Diante do cenário, cidadãos têm pedido mais atenção da administração municipal e cobrado respostas sobre os projetos que permanecem sem conclusão.

Entre as principais reclamações está uma obra relacionada à Estação de Tratamento de Água (ETA), que, segundo relatos de moradores, estaria abandonada após a interrupção dos trabalhos.

De acordo com as denúncias compartilhadas pela população, a empreiteira responsável pela execução teria deixado o local após supostos problemas envolvendo pagamentos. As informações, entretanto, ainda não foram oficialmente confirmadas pelas partes envolvidas.

Imagens divulgadas por moradores mostram estruturas inacabadas e áreas sem a conclusão dos serviços previstos, o que tem gerado preocupação sobre o abastecimento e a qualidade dos serviços oferecidos à população.

Críticas são direcionadas à gestão municipal

Grande parte das manifestações populares direciona críticas à atual prefeita de Barão de Melgaço, Margareth Gonçalves. Os moradores afirmam que a administração precisa apresentar esclarecimentos sobre as obras paradas e um cronograma para retomada dos serviços.

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Nas redes sociais, internautas relatam dificuldades enfrentadas diariamente e cobram medidas que possam melhorar a infraestrutura urbana e garantir a continuidade dos projetos públicos.

Diante das denúncias, moradores defendem que a Prefeitura apresente informações detalhadas sobre a situação das obras e os motivos que teriam levado à paralisação dos trabalhos.

A população também pede maior transparência na aplicação dos recursos públicos e ações efetivas para resolver os problemas apontados. Até o momento, não houve manifestação pública oficial sobre as alegações citadas pelos moradores.

Enquanto aguardam respostas, os cidadãos seguem mobilizados e reforçam o pedido para que as demandas do município sejam tratadas com prioridade, diante dos impactos que a situação vem causando na rotina da comunidade.

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