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Doação do Nota MT possibilita reforma de piscina para fisioterapia aquática na Apae de Rondonópolis

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A Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (APAE) de Rondonópolis é uma das entidades indicadas pelos sorteados no Programa Nota MT e já recebeu cerca de R$ 80 mil, valor importante para a manutenção dos serviços prestados na unidade. Com o último repasse, de R$ 23.300,00, feito pelo Governo de Mato Grosso, a instituição conseguiu iniciar a reforma da piscina, utilizada em atividades de fisioterapia.

O cheque simbólico dos R$ 23,3 mil foi entregue nesta terça-feira (15.08) ao presidente da instituição, Michel Pagno, e à diretora pedagógica e administrativa, Karla Paes. A entrega foi feita pela secretária de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, e pelo secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Secretaria de Fazenda, Vinícius Simioni.

Michel Pagno comemorou que o dinheiro chegou em “boa hora” para que a instituição pudesse reformar a piscina e afirmou que os repasses do Nota MT são essenciais para manter toda a estrutura da Apae.

“Aqui na ponta nós temos uma realidade que a maioria das entidades têm, que é o operacional das entidades. Esse recurso, em específico, nós faremos uma ampla reforma da nossa piscina, que estava precária, com vazamentos, o que inviabilizava as aulas para os alunos”, disse.

De acordo com presidente, os recursos do Nota MT também são usados para a alimentação dos assistidos, oferecida quatro vezes ao dia. A Apae de Rondonópolis atende cerca de 260 alunos com a parte educacional, odontológica, psiquiátrica, fisioterapia, além dos projetos sociais.

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Doação do Nota MT

O secretário adjunto de Projetos Estratégicos, Vinícius Simioni, explicou que as entidades indicadas pelos sorteados do Nota MT recebem 20% de cada prêmio.

“Hoje temos a felicidade de ver pessoalmente o quanto essa medida simples de indicar uma entidade social do estado, de participar do Nota MT e pedir o CPF na nota, traz bons resultados. Eu estou vendo aqui uma instituição muito bem cuidada, muito bem gerida, bonita, funcional. Ou seja, essa atitude nobre do sorteado aqui de Rondonópolis e de outros também contribuem para isso”, manifestou.

Simioni ressaltou que o Nota MT é um programa que beneficia a todos. “É um movimento de ‘ganha-ganha’. Ganha o cidadão que exerce sua cidadania fiscal e civil, ganha o comércio, que vai ter um ambiente melhor para concorrer, ganham as entidades e também ganha o Estado, que pode, cada vez mais, prestar um bom e fazer os investimentos necessários”, acrescentou.

Para a secretária de Assistência Social e Cidadania, Grasielle Bugalho, o relacionamento entre as instituições da sociedade civil organizada e o poder público é muito importante, pois possibilita que serviços de qualidade cheguem à toda população.

“As entidades atendem uma camada da população em que muitas vezes o poder público tem dificuldade de chegar. Isso é o que a gente fala de transversalidade das ações. A gente vê aqui a realidade, uma instituição recebendo a doação e com certeza esse recurso está sendo muito bem empregado. É isso que nos deixa feliz, saber que o Estado de Mato Grosso também está fazendo a sua parte e levando uma possibilidade de as instituições melhorarem os seus atendimentos”, disse a secretária.

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A entrega do cheque simbólico foi acompanhada também por funcionários da Apae de Rondonópolis, representantes das entidades sociais da região, além da equipe que coordena o Nota MT e servidores da Setasc.

Como participar

As entidades sem fins lucrativos interessadas em se cadastrar no Programa Nota MT devem encaminhar um e-mail para a Setasc (cadastramentoentidades2021@setasc.mt.gov.br), colocando no título “Cadastramento de Entidade – Nome da Entidade”. É necessário, também, anexar toda a documentação exigida pelo Edital 001/2019.

A Setasc faz parte do Nota MT desde o início do programa, sendo responsável por cadastrar e acompanhar as instituições. Na Secretaria há uma unidade de articulação institucional que atende as instituições com convênios e termos de fomento referentes a vários recursos, sejam eles estaduais ou não, por meio dos Conselhos de Direito.

Atualmente, quase 100% das entidades sociais cadastradas no Nota MT já foram contempladas. São 243 instituições ativas, das quais 231 receberam recursos do programa de cidadania fiscal do Estado. Ao todo foram repassados R$6.194.400,00.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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