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Sesc Saúde Mulher realizou mais de 1.300 atendimentos em 22 dias

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O Sistema Fecomércio-MT, por meio do Serviço Social do Comércio (Sesc-MT), realizou, em 22 dias, 1.361 atendimentos pelo projeto Sesc Saúde Mulher. Em Alto Araguaia, a unidade móvel promove acesso gratuito aos exames papanicolau (citopatológico) e mamografia a mulheres de toda a região.

“Em menos de um mês zeramos a fila de espera da cidade, de acordo com a Secretaria Municipal de Saúde de Alto Araguaia. A parceria do ‘Sesc Saúde Mulher’ com o prefeito, Gustavo de Melo Anicezio tem se mostrado um sucesso e já começamos a expandir os atendimentos para os municípios próximos”, explica o presidente do Sistema Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior.

Entre 19 de julho e 10 de agosto, o Sesc Saúde Mulher atendeu pacientes de Alto Araguaia, Alto Taquari, Ponte Branca, Alto Garças, Araguainha e Santa Rita do Araguaia.

O prefeito da cidade comentou a eficácia do projeto. “Os números superam as nossas expectativas. Fornecer estes exames gratuitos à nossa comunidade e aos municípios vizinhos é dar mais conforto e a possibilidade de diagnóstico precoce para o tratamento”, destacou Anicezio.

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Interessadas em realizar os principais exames preventivos da saúde feminina podem buscar atendimento no projeto que funciona de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e entre 13h30 e 17h, anexa ao PSF Celso Siqueira França, na região central de Alto Araguaia, até meados de setembro.

Os laudos dos exames realizados no projeto são emitidos pela central de laudos remotos do Hospital de Amor, em Barretos (SP), referência nacional em tratamento oncológico. Os resultados são impressos e entregues às pacientes na unidade do Sesc Saúde Mulher 30 dias após a realização.

O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.

 

SERVIÇO

 

Atendimentos no ‘Sesc Saúde Mulher’

Quando: De segunda a sexta-feira, das 7h30 às 11h e entre 13h30 e 17h

Onde: PSF Celso Siqueira França (Rua Silvio José de Castro Maia, 1363, Centro, Alto Araguaia – MT)

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Atividade gratuita

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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