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Governo de MT investe R$ 593 milhões em asfalto novo e no Hospital Regional em Alta Floresta

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A Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp) irá reforçar o policiamento durante o jogo entre o Cuiabá Esporte Clube e o Palmeiras, neste sábado (19), na Arena Pantanal, em Cuiabá. Mais de 27 mil torcedores são esperados para assistir a partida pela 20ª rodada do Campeonato Brasileiro. O jogo começas às 17h30 e os portões serão abertos três horas antes.

Ao todo, serão empregados na ação 150 policiais militares do 1º Comando Regional, com reforço do Batalhão de Ronda Ostensiva Tático Móvel (Rotam), Companhia Independente de Rondas e Ações Intensivas e Ostensivas (Raio), Força Tática, Cavalaria e Batalhão de Trânsito.

O planejamento da segurança foi executado pelos órgãos que compõe a Câmara Temática de Grandes Eventos, composta pelo Gabinete de Gestão Integrada (GGI), Secretaria Adjunta de Integração Operacional (Saiop), Secretaria Adjunta de Inteligência (SAI), Tribunal de Justiça de Mato Grosso, Ministério Público (MPE), Semob, Polícia Judiciária Civil, Cuiabá EC, Unifort, Secretaria de Estado de Cultura e Lazer (Secel) e Corpo de Bombeiros.

O tenente-coronel Luís Fernando Oliveira Dias, do 10º Batalhão, afirma que graças ao planejamento realizado pelas instituições, os jogos têm ocorrido de forma tranquila, sem conflitos entre as torcidas ou registro de crimes graves. “O público mato-grossense tem contribuído com os jogos e com o espírito de participação. Tivemos poucas ocorrências policiais. Houve alguns desentendimentos, mas os frequentadores da Arena Pantanal estão de parabéns”.
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O tenente-coronel destaca que a Polícia Militar acompanha a chegada do time no Aeroporto Marechal Rondon, faz a segurança na parte externa dos hotéis onde estão os times e fiscaliza os locais de concentração dos torcedores de fora e também da Capital. “Os policiais estarão nas ruas para garantir a tranquilidade de todos torcedores, tanto do Cuiabá, quanto do Palmeiras. Estaremos também nas portas dos hotéis, na parte externa e interna da Arena Pantanal”, pontua.

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O público deve ficar atento a numeração das cadeiras e itens proibidos. Qualquer objeto que possa oferecer risco à integridade física do público, bandeiras gigantes e fogos de artifícios não são permitidos. Os torcedores também devem estar com a camiseta do time destinada ao setor.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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