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Prefeitura de Cuiabá é a última a retirar luminárias de LED compradas pelo Estado

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O Governo de Mato Grosso entregou nesta sexta-feira (18.08) o primeiro carregamento de luminárias de LED do programa MT Iluminado para a Prefeitura de Cuiabá. No total, a Empresa Cuiabana de Limpeza Urbana (Limpurb) retirou 1.903 luminárias.

A Prefeitura de Cuiabá foi a última de Mato Grosso a retirar as lâmpadas. Devido a algumas pendências relacionadas a falta de certidões, a prefeitura estava impedida de firmar convênios com o Estado. Por isso, a transferência foi realizada para a Limpurb, após parecer favorável da Procuradoria Geral do Estado.

No MT Iluminado, os municípios devem apresentar uma série de documentos à Sinfra-MT para formalizar o convênio, incluindo projetos, croqui do local onde as lâmpadas serão instaladas, Anotação de Responsabilidade Técnica da substituição das luminárias, quadro-resumo, registro fotográfico e declaração de execução.

Após a formalização do convênio, o Estado repassa o material. As prefeituras são responsáveis pela substituição das luminárias.

As luminárias retiradas hoje tem 60 e 150 watts de potência. No total, o convênio firmado pela Secretaria de Estado de Infraestrutura e Logística prevê a transferência de 2.083 luminárias, incluindo 180 de 100 W de potência, que serão entregues posteriormente. O valor estimado das lâmpadas é de R$ 774,8 mil.

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Até o momento, o Governo já distribuiu 272 mil das 385 mil lumináras adquiridas e a estimativa é de que 135 mil já foram instaladas. No caso de Cuiabá, já foi iniciado um novo processo para transferência de mais luminárias.

MT Iluminado

O objetivo do programa é transformar Mato Grosso no primeiro Estado brasileiro 100% iluminado com lâmpadas de LED. A tecnologia é o que há de mais moderna em iluminação atualmente. As lâmpadas de LED são mais econômicas e duráveis do que as lâmpadas a vapor, geralmente usadas em ruas e avenidas.

As luminárias de LED adquiridas pelo Governo do Estado vêm com tomada para acendimento automático no período noturno, corpo em liga de alumínio injetado de alta pressão, pintura eletrostática resistente à corrosão e garantia de qualidade total mínima de cinco anos para todo o conjunto. Além disso, as luminárias serão fornecidas completamente montadas e prontas para serem conectadas à rede de distribuição.

O MT Iluminado é uma ação realizada em parceria com a MT Par.

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Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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