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NOTIFICAÇÃO

MP notifica governador de MT para transferir assassino de advogada para presídio comum

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MATO GROSSO

O Ministério Público de Mato Grosso (MPMT), notificou, neste domingo (20.08), o governador Mauro Mendes (União), e o secretário de Estado de Segurança, César Augusto Roveri, recomendando que Almir Monteiro dos Reis, 48 anos, assassino da advogada Cristiane Castrillon da Fonseca Tirloni, preso na Cadeia Pública de Chapada dos Guimarães (a 65 km de Cuiabá), seja removido para um presídio comum. A notificação foi assinada pelo procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz, que também notificou o secretário-adjunto de Administração Penitenciária, Jean Carlos Gonçalves.

Conforme a recomendação, o presídio de Chapada dos Guimarães, onde o assassino se encontra recolhido, é destinado exclusivo para militares em atividade ou ex-militares cujo desligamento decorreu de aposentadoria ou outros eventos diversos da expulsão.

O documento destaca a importância de observar as normas processuais e de resguardar o princípio da isonomia, buscando tratamento justo e igualitário para todos os detentos, independentemente de sua ligação anterior a instituições de segurança.

A recomendação alerta para a adoção das medidas cabíveis para a revogação da referida disposição normativa e a transferência imediata daqueles que não se enquadrem nos critérios do artigo 295 do Código de Processo Penal para unidades penais comuns.

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Caso a recomendação não seja acolhida, o documento deixa claro que medidas judiciais poderão ser adotadas, incluindo a propositura de Ação Direta de Inconstitucionalidade perante o órgão especial do Tribunal de Justiça do Estado de Mato Grosso.

Na sexta-feira (18.08), o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho (União/MT) e a deputada Janaina Riva (MDB), se reuniram com o procurador-geral de Justiça, Deosdete Cruz, solicitando medidas relacionadas à transferência do assassino da advogada. Os parlamentares pediram providência ao procurador-geral, no sentido de que Almir fosse transferido para uma unidade prisional comum, por não ter direito a prisão de militares – uma vez que foi expulso da corporação por má conduta.

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MATO GROSSO

Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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