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Mato Grosso é tema da ‘Semana da Gastronomia Regional’ em Brasília

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A partir desta terça-feira (22), a capital federal receberá a ‘Semana da Gastronomia Regional – edição especial Mato Grosso’. Três cozinhas de Brasília-DF serão palco dos encantos e sabores da culinária mato-grossense.
O evento será realizado nos restaurantes-escola do Serviço Nacional de Aprendizagem Comercial (Senac) no Senado Federal, na Câmara dos Deputados e na sede da Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).
A ‘Semana da Gastronomia de MT’ deverá ser prestigiada pelos senadores da República por Mato Grosso, deputados federais e estaduais, entre outras autoridades convidadas. O Senac-MT enviou à cidade uma equipe formada por chefes de cozinha e técnicas das áreas educacionais e de gastronomia da instituição que cozinharão com auxílio das equipes locais.
O presidente do Sistema Fecomércio-MT, José Wenceslau de Souza Júnior, explica que as Semanas da Gastronomia Regional são realizadas, desde 2013, pelo Departamento Nacional do Senac em intercâmbio e parceria com os departamentos regionais de diversos estados e enaltece a iniciativa.
“Será uma excelente oportunidade para divulgarmos e valorizarmos a culinária e a cultura de Mato Grosso, por meio dos pratos típicos que tanto conhecemos e admiramos, cujos sabores representam a junção de tantos povos, trabalhadores de diferentes origens, que para cá vieram, desbravaram o cerrado e fizeram suas vidas”, celebra Wenceslau Júnior, ele próprio um mineiro de Patrocínio-MG.
Hoje (22), a ‘Semana da Gastronomia Regional – edição especial Mato Grosso’ será aberta no Senac Downtown Brasília, no edifício-sede da CNC. Posteriormente, o evento segue para a Praça dos Três Poderes, onde será realizado nos restaurantes-escola do Senac na Câmara dos Deputados, amanhã (23), e no Senado Federal, na quinta-feira (24). Neste último dia da programação também ocorrerá uma aula-show de culinária, no Centro de Aperfeiçoamento em Gastronomia do Senac.
Cardápios e cultura
Nos cardápios, elaborados especialmente para a ocasião, entradas como ceviche pantaneiro, quiche de carne seca e carpaccio de língua bovina. Entre os pratos principais, figuram os clássicos Maria Izabel, feijão empamonado e farofa de banana, além de pintado grelhado com mousseline de banana da terra e pixé (espécie de paçoca preparada com milho torrado, açúcar e canela); linguiça cuiabana com mandioca cremosa e vinagrete pico de galo; revirado cuiabano; mojica de pintado; pintado frito; pacu assado e diversos outros.
Para sobremesa, os participantes poderão escolher entre verrine de creme de manga, furrundu, cheesecake de compota de caju com crocante de baru, doces de mamão e goiaba, furrundu (feito com mamão verde ralado, rapadura e temperos) e cachorrada (doce de leite coalhado).
Além da culinária, a cultura mato-grossense também brilhará nas terras brasilienses. O Serviço Social do Comércio (Sesc-MT) participará com apresentação de dança folclórica do grupo de siriri ‘Flor Ribeirinha’, exposição de artesanatos regionais e mostra de telas do artista plástico Walmir Leite que integram o acervo permanente do Sesc Arsenal.
O Sistema S do Comércio, composto pela Fecomércio, Sesc, Senac e IPF em Mato Grosso, é presidido por José Wenceslau de Souza Júnior. A entidade é filiada à Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC), que está sob o comando de José Roberto Tadros.
Serviço:
🗓 22/8 | Serviço à la carte
⌚ Das 12h às 15h
📍 Restaurante-escola Senac Downtown Brasília
SBN Quadra 1, Bloco B, nº 14, Térreo do edifício da Confederação Nacional do Comércio (CNC)
🗓 23/8 | Buffet
⌚ Das 12h às 15h
📍 Restaurante-escola Senac na Câmara dos Deputados
Praça dos Três Poderes, Câmara dos Deputados, 10º andar, Anexo IV
🗓 24/8 | Serviço à la carte
⌚ Das 12h às 15h
📍 Restaurante-escola Senac no Senado Federal
Praça dos Três Poderes, Senado Federal, Anexo II
🗓 24/8 Aula-show de Culinária ‘Mato Grosso’
⌚ 19h
📍 Centro de Aperfeiçoamento em Gastronomia do Senac
Setor de Habitações Coletivas Sul Comércio Local, Quadra 116, Bloco D, Loja 41
Por Assessoria de Imprensa/Senac-MT (Sistema Fecomércio/Sesc/Senac/IPF-MT)
Contato: Maicon Oliveira

Telefone & WhatsApp: 65 9 9909-8332

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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