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Planejamento estratégico molda o futuro de ações para mulheres nos próximos anos

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A construção do Planejamento Estratégico da Secretaria Municipal da Mulher teve início nesta quarta-feira (23) no auditório da pasta, com o encontro de gestores, servidores e colaboradores para discutir as metas e ações para os próximos anos.

A ocasião contou com o apoio institucional da Secretaria Municipal de Planejamento, por meio da Assessoria de Planejamento (Asplan), que conduziu os trabalhos das oficinas.

Segundo a assessora Silvina Maria dos Anjos, da Secretaria de Planejamento, a partir deste trabalho será criada uma nova identidade para a Pasta, que irá embasar as políticas públicas para mulheres e meninas.

“Nas oficinas, serão discutidos os propósitos para o alinhamento estratégico, priorizando as políticas voltadas às mulheres e meninas. A expectativa da Secretaria de Planejamento é que, a partir das oficinas, uma nova identidade da Secretaria seja estabelecida, que norteará a médio e longo prazos os programas e projetos da pasta”, disse.

As oficinas definirão a identidade organizacional da Pasta, os objetivos estratégicos, os indicadores e o plano de ação para os próximos anos. O alinhamento estratégico também estabelecerá diretrizes para atender programas voltados à equidade de gênero, enfrentamento à violência doméstica e valorização da mulher.

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A secretária titular da pasta da Mulher, Cely Almeida, defende os pilares da Secretaria: acolher, cuidar e valorizar para a construção da identidade. De acordo com a gestora, as ações já existentes estão inseridas nesse eixo, que deverá servir como base para o planejamento.

“Esses são os três pilares da Secretaria da Mulher. O primeiro é onde acolhemos, informamos e orientamos as mulheres. Já o cuidar é onde, por exemplo, buscamos priorizar a saúde e a educação da mulher. E o valorizar é onde entra o Qualifica, que busca a capacitação profissional dessas mulheres e, consequentemente, a sua independência financeira”, explicou a secretária.

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Prorrogação de incentivo fiscal garante alívio ao setor suinícola de Mato Grosso

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O Governo de Mato Grosso prorrogou até 31 de dezembro de 2026 o crédito presumido do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) concedido por meio do Programa de Desenvolvimento Rural de Mato Grosso (Proder) para atividades da suinocultura. O benefício, que mantém o percentual de 75% de incentivo nas operações interestaduais com suínos vivos, terminaria no dia 31 de abril, mas foi estendido até 31 de dezembro de 2026, garantindo fôlego ao setor produtivo em um momento de desafios econômicos.

A medida atende a uma demanda apresentada pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), com apoio institucional do Fórum Agro, Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (IMEA), Federação da Agricultura e Pecuária de Mato Grosso (Famato), Federação das Indústrias de Mato Grosso (Fiemt), Sindicato das Indústrias Frigoríficas do Estado de Mato Grosso (Sindifrigo) e Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sedec).

De acordo com a Resolução nº 269/2026 do Conselho Deliberativo dos Programas de Desenvolvimento de Mato Grosso (Condeprodemat), publicada após a 33ª Reunião Extraordinária do colegiado, realizada no mês de março, fica autorizada a manutenção da fruição cumulativa de benefícios fiscais nas operações interestaduais de suínos destinados ao abate, engorda, reprodução, cria e recria.

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Na prática, o incentivo mantém reduzida a carga tributária nas saídas interestaduais de suínos vivos, assegurando maior competitividade aos produtores mato-grossenses no mercado nacional. O mecanismo combina crédito outorgado e redução de base de cálculo do ICMS, conforme previsto em convênios do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz) e regulamentações estaduais.

A prorrogação ocorre em um contexto de pressão sobre os custos de produção e margens do setor, especialmente diante de oscilações de mercado e aumento de custos operacionais. Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, a manutenção do incentivo fiscal contribui para preservar a atividade, estimular investimentos e garantir previsibilidade aos produtores.

“Esse incentivo é fundamental não só para o desenvolvimento da suinocultura de Mato Grosso como a manutenção de produtores na atividade, visto que o primeiro trimestre foi de desvalorização do preço pago ao produtor. Para se ter uma ideia, iniciamos o ano com R$ 8,00 pago ao produtor por cada quilo do animal vivo, e agora no início de abril esse valor está em R$ 6,20, uma queda de 22% aproximadamente”, pondera Frederico.

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Com a decisão, o setor suinícola ganha mais tempo para enfrentar o atual cenário econômico, enquanto entidades representativas seguem dialogando com o poder público em busca de medidas estruturais que contribuam para a sustentabilidade da produção em Mato Grosso.

O Proder é um dos principais instrumentos de incentivo ao desenvolvimento rural no estado, permitindo a concessão de benefícios fiscais a segmentos estratégicos da agropecuária, com foco na agregação de valor, geração de emprego e fortalecimento da competitividade.

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