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Museu de História Natural apresenta exposição “Árvore-ser” em Cuiabá

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A nova exposição temporária do Museu de História Natural de Mato Grosso “Árvore-Ser” une pinturas da artista Tânia Pardo com poemas de Manoel de Barros em um ambiente sensorial que propõe a experiência de se tornar parte da natureza. A mostra está aberta ao público até 11 de outubro, das 8h às 18h, com entrada gratuita.

Tanto a artista Tânia Pardo quanto o poeta Manoel de Barros têm a natureza como inspiração, e o trabalho dos dois é integrado na exposição “Árvore-Ser” para proporcionar a sensação de adentrar em uma floresta. Ela pinta com os dedos das mãos, e escolhe especialmente as árvores para retratar, sempre com movimentos dinâmicos e cores vibrantes. Na mostra, estão presentes poemas como Árvore, Aprendimentos, Antissalmo por um Desherói e Deus Disse, do mato-grossense Manoel de Barros. Aliado a isso, estímulos visuais, sonoros e táteis completam a instalação, que também permite refletir sobre a relação dos seres humanos com o meio ambiente.

“Os visitantes são transportados para um universo onde a materialidade e a imaginação se entrelaçam de maneira mágica. A essência da mostra é provocar uma reflexão sobre nossa capacidade de existir e coexistir no mundo”, revela a curadora do Museu e responsável pela exposição, Vitória Ramirez Zanquetta.

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O Museu de História Natural de Mato Grosso é um equipamento cultural da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel) que funciona em regime de gestão compartilhada com o Instituto Ecossistemas e Populações Tradicionais (Instituto Ecoss).

Oficinas do final de semana

Além das exposições permanentes e temporárias abertas ao público, o Museu de História Natural de Mato Grosso também oferece uma programação de atividades gratuitas aos fins de semana, no jardim do espaço cultural. Neste sábado (26.08), terá prática de ioga com a instrutora Amanda Cristhie, e também a oficina ‘Folclore em cena’, com Daya Cruz.

A prática de ioga será das 8h às 9h, e a instrutora recomenda levar tapete ou toalha e almofada para maior conforto dos participantes.

A atividade “Folclore em Cena” traz uma linguagem teatral para explorar expressões corporais e recontar a famosa lenda mato-grossense do “Minhocão do Pari”. Jogos e brincadeiras vão fazer parte da atividade, promovendo a socialização, criatividade e o reconhecimento das potencialidades das expressões corporais. A oficina ocorre das 9h às 11h.

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As inscrições das duas atividades podem ser feitas por este link: https://linktr.ee/mhnmt

Serviço:
Exposição: Árvore-Ser
Data e horário: Até 11 de outubro, de quarta a sábado, as 8h às 18h
Entrada: Gratuita
Local: Museu de História Natural de Mato Grosso. Endereço: Avenida Manoel José de Arruda (Beira Rio), nº 2000, bairro Jardim Europa, Cuiabá.
Mais informações: (65) 99686-7701 ou Instagram @museuhistorianaturalmt

Fonte: Governo MT – MT

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Planejamento da granja e vazio sanitário são fundamentais para fortalecer a sanidade na suinocultura, destaca especialista da Embrapa 

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O planejamento adequado das instalações, a produção em lotes e a adoção do vazio sanitário foram os principais temas abordados pelo analista da Embrapa Suínos e Aves, Armando Lopes do Amaral, durante palestra no 5º Simpósio da Suinocultura de Mato Grosso, evento realizado pela Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat). O especialista destacou que a organização da granja é um dos pilares para manter elevados padrões de sanidade e garantir melhores índices produtivos.

Segundo Amaral, uma granja bem planejada permite fortalecer a biosseguridade, conjunto de medidas voltadas para impedir a entrada de agentes infecciosos e reduzir a circulação de doenças dentro da propriedade.

“A instalação é a base de um bom programa sanitário. O ideal é que a granja seja cercada, bem isolada, com controle rigoroso da entrada de pessoas e que as diferentes fases de produção sejam organizadas em salas específicas. Além disso, é importante manter animais da mesma idade juntos, evitando que animais mais velhos transmitam doenças aos mais jovens”, explicou.

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O pesquisador ressaltou que o Brasil já possui um elevado padrão sanitário na produção de suínos, reconhecido internacionalmente, mas alertou que esse resultado exige vigilância constante.

“Chegar a um bom nível sanitário é importante, mas mantê-lo e buscar melhorias contínuas é ainda mais desafiador. Animais saudáveis apresentam melhor desempenho, maior ganho de peso e melhores resultados econômicos para o produtor”, afirmou.

Embora reconheça que muitas granjas mais antigas enfrentam limitações estruturais e altos custos para adequações completas, Amaral destacou que é possível adotar medidas de manejo capazes de reduzir significativamente os riscos sanitários.

Entre elas está a produção em lotes, organizando grupos de matrizes e leitões para que permaneçam juntos durante cada fase produtiva, respeitando o sistema “todos dentro, todos fora”. Essa estratégia facilita a realização do vazio sanitário entre os lotes, permitindo a limpeza, desinfecção e quebra do ciclo de transmissão de agentes causadores de doenças.

“Nem sempre é possível construir novas instalações imediatamente. Mas, mesmo em estruturas existentes, o produtor pode organizar os animais em lotes, manter grupos da mesma idade nas mesmas salas e realizar o vazio sanitário sempre que possível. São medidas que contribuem muito para preservar a sanidade do rebanho”, concluiu o especialista.

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Para o presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, levar especialistas da Embrapa ao simpósio reforça o compromisso da entidade com a difusão de conhecimento técnico que contribua para o fortalecimento da suinocultura mato-grossense.

“A sanidade é um dos maiores patrimônios da suinocultura brasileira e precisa ser preservada diariamente dentro das granjas. Trazer esse debate para o Simpósio permite que nossos produtores tenham acesso às melhores práticas e entendam que, muitas vezes, melhorias no manejo, no planejamento da produção em lotes e no cumprimento do vazio sanitário geram ganhos expressivos em produtividade e competitividade. A Acrismat trabalha justamente para aproximar o produtor dessas informações e fortalecer cada vez mais a cadeia produtiva em Mato Grosso”, afirmou Frederico Tannure Filho.

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