MATO GROSSO
Idoso morre após bater Honda Bros na traseira de carreta estacionada; veja vídeo
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Um idoso identificado como Braz Zeferino Elias, de 62 anos, morreu na manhã desta segunda-feira (28), após bater a moto que conduzia contra um caminhão estacionado em uma avenida de Juína (735 km a Noroeste de Cuiabá).ao colidir de moto na traseira de carreta estacionada em Juína
Conforme a equipe da Polícia Civil, o acidente aconteceu na madrugada de hoje na avenida Cuiabá, bairro Módulo – 05, próximo a caixa d’água do Daes, local bem conhecido no bairro.
Segundo as primeiras informações da Polícia Civil que ainda está no local, Zeferino Elias colidiu com sua motocicleta uma Honda Bros de cor vermelha na traseira de uma carreta que estava estacionada na via. Devido ao impacto violento, o motociclista morreu no local, óbito que foi confirmado pelos profissionais do Samu.
A PM foi acionada e isolou a avenida que é mão única para os trabalhos periciais. Logo após o corpo será removido e levado para o Instituto Médico Legal (IML), para exame de necropsia.
As investigações para apurar a dinâmica do acidente serão feitas pela delegacia de polícia.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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