MATO GROSSO
Sema ajuda em investigação que desarticula fraudes no Cadastro Ambiental Rural
MATO GROSSO
A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) ajuda integralmente com a “Operação Loki”, do Grupo de Atuação Especial Contra o Crime Organizado (Gaeco) para apurar fraudes no Cadastro Ambiental Rural (CAR). A Secretaria destaca a atuação conjunta com o Ministério Público de Mato Grosso para identificar quem infringe regras e adotar todas as medidas legais cabíveis, com o compartilhamento integral de provas e informações.
“A Sema é totalmente transparente em todos os seus atos administrativos. Durante as investigações, foram mais de 20 pedidos de informação do Ministério Público atendidos prontamente pela gestão para possibilitar a investigação de todos os indícios de fraude. O acesso a todos os sistemas de controle é amplo e irrestrito aos órgãos fiscalizadores para combater a ilegalidade e promover a eficiência no serviço público”, destaca a secretária da Sema, Mauren Lazzaretti.
Nesta terça-feira (05/09), a Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema-MT) afastou três servidores das funções relacionadas com o setor florestal, demitiu um contratado e abriu Processos Administrativos Disciplinares (PAD) para apurar a responsabilidade dos acusados. Outros dois servidores foram afastados do setor em 31 de agosto.
São investigadas fraudes que teriam ocorrido antes de 2018, por meio da Operação Loki, do Grupo de Atuação Especial contra o Crime Organizado (Gaeco), que é um desdobramento da Operação Polygonum.
“O combate à corrupção e à lavagem de dinheiro, inclusive na área ambiental, dependem da cooperação e transparência dos órgãos da administração pública, em apoio aos órgãos de persecução. Neste caso a ofensa não é apenas contra a administração ambiental, mas em desfavor de toda a coletividade, uma vez que atinge um bem que pertence à presente e futuras gerações”, disse a Delegada de Polícia Civil Alessandra Saturnino, designada pela Polícia Judiciária Civil de MT para atuar na força tarefa ambiental do GAECO.
Além disso, todos os dados da secretaria estão abertos e transparentes para possibilitar o controle social, o acesso à informação, auditorias e fiscalização de órgãos de controle. A Pasta também observa o decreto 129/2019, que dispõe sobre a integração entre o Ministério Público e as Entidades Administrativas do Estado, para a prevenção e detecção de ilicitudes em atos administrativos estaduais.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Liderança feminina ainda enfrenta barreiras, mas educação pode acelerar mudanças
No mês em que se celebra o Dia Internacional da Mulher, olhar para os números ajuda a compreender melhor o presente e também o futuro que está sendo construído.
Dados divulgados pelo LinkedIn indicam que apenas 29% dos cargos de liderança no Brasil são ocupados por mulheres. O índice permanece praticamente estagnado nos últimos anos, mesmo com as mulheres representando cerca de 45% da força de trabalho no país.
Os dados mostram que o talento feminino está presente no mercado de trabalho, mas o acesso aos espaços de decisão ainda representa um desafio relevante. Esse cenário ajuda a explicar a importância de iniciativas institucionais voltadas à ampliação da presença feminina em posições estratégicas, como ocorre na Trivento Educação.
Atualmente, 64% do corpo administrativo da instituição é composto por mulheres. No corpo docente, elas representam 55%. Já na alta liderança, a presença feminina alcança 56%, enquanto nas lideranças intermediárias o índice chega a 72%.
Quando esses números são comparados ao cenário geral do mercado de trabalho, fica evidente como ambientes organizacionais intencionalmente inclusivos podem produzir mudanças concretas.
Ao longo de mais de 25 anos de atuação no ensino superior, foi possível acompanhar de perto a evolução da presença feminina no ambiente corporativo. O avanço é inegável, mas também se observou, em diversos momentos, mulheres altamente qualificadas interrompendo suas trajetórias profissionais antes de alcançar posições de liderança.
Esse contexto reforça a importância da educação como ferramenta de transformação.
Instituições de ensino não formam apenas profissionais. Elas também formam referências e modelos de liderança.
Quando alunas convivem com mulheres ocupando posições de liderança acadêmica, administrativa e estratégica, passam a visualizar novas possibilidades para suas próprias trajetórias profissionais.
A liderança feminina, portanto, não deve ser compreendida apenas como uma pauta de diversidade. Trata-se também de uma agenda de transformação social. Cada mulher que ocupa um espaço de decisão contribui para ampliar horizontes e abrir caminhos simbólicos para muitas outras.
Observando a realidade atual da Trivento Educação, é possível afirmar que essa transformação já está em curso — tanto dentro da instituição quanto na trajetória das milhares de alunas que passam por suas salas de aula todos os anos.
A busca por maior presença feminina em posições de liderança ainda está longe de terminar. No entanto, quando surgem resultados concretos, fica evidente que o avanço é possível e que vale a pena continuar investindo nessa mudança.
*Débora Guerra, CEO da Trivento Educação.
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