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Comunidade do Parque Ohara celebra inauguração de praça entregue pelo prefeito Emanuel Pinheiro

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A quantidade de crianças brincando no parquinho recém montado e a alegria com a qual seus pais e familiares as observavam na noite da última terça-feira (05) dava a dimensão da satisfação da comunidade do bairro Parque Ohara em receber a nova praça do bairro, inaugurada pelo prefeito Emanuel Pinheiro e que leva o nome de Prof. Nilton Pereira Assis, saudoso e ilustre morador do bairro, que estava sempre à frente das iniciativas que beneficiassem a região.

A viúva do homenageado, Maria Risolina Amaral Assis disse que um dos principais sonhos de Nilton era a construção da praça, que antes era um terreno coberto de mato. “Ele sempre pensava: ‘Vamos transformar essa praça em um lugar bonito’. Infelizmente, apesar de todos os esforços, esse sonho nunca se concretizou enquanto estava vivo. Além disso, ele contribuiu significativamente com melhorias no colégio, em outras praças da região, nas ruas, especialmente durante o período de asfaltamento, que foi uma verdadeira batalha. Agradecemos a Deus e ao prefeito pela concretização desse projeto. Finalmente, após anos de espera, podemos agradecer pelo apoio e pela realização desse empreendimento. Sabemos que foi um desafio árduo, com muitos obstáculos, mas graças ao empenho dele e de sua equipe, bem como à gestão atual, essa praça finalmente se tornou uma realidade”, disse.

O presidente do bairro Parque Ohara, Antônio Felisbino dos Santos, não escondia sua imensa alegria em receber a obra, tão esperada por todos na comunidade. “Estamos extremamente felizes por receber esta obra tão importante aqui no Parque Ohara. O prefeito Emanuel Pinheiro tem demonstrado um compromisso especial com nossa região, e isso nos enche de alegria. Sob sua gestão, entre outras coisas, conseguimos a unidade básica de saúde, e agora temos a inauguração desta praça. Não posso revelar detalhes sobre a próxima obra, pois está em processo de licitação, mas é uma obra igualmente importante que beneficiará toda a nossa região”, comentou.

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Junior Leite, diretor da Empresa Cuiabana de Zeladoria e Serviços Urbanos, enfatizou que esta é uma das praças mais encantadoras que já foram entregues nesta nova fase e agradeceu ao secretário municipal de Meio Ambiente, Renivaldo Nascimento, que por meio de um Termo de Ajustamento de Conduta (TAC), possibilitou a construção uma quadra oficial com iluminação LED. “O prefeito está entregando mais uma área importante na região sul, o que demonstra seu compromisso em levar lazer, convívio e qualidade de vida para as comunidades fora do centro da cidade. Parabéns, prefeito, por mais uma obra magnífica que você entrega nesta gestão. É um testemunho de que, quanto mais críticas recebemos, mais você cresce e realiza”, elogiou o diretor.

O prefeito Emanuel Pinheiro falou sobre seu incômodo em ver áreas de lazer concentradas nas regiões centrais da cidade e do seu desejo de levar estas áreas também para os bairros. “Primeiramente, gostaria de enfatizar que a homenagem ao Newton nesta área é uma homenagem à comunidade como um todo. Quando iniciei meu primeiro mandato em 2017, percebi que o conceito de qualidade de vida em praças e áreas de lazer estava concentrado no centro da cidade. As áreas de lazer incluíam o Parque Tia Nair, Parque das Águas, que estava sendo entregue na época, Mãe Bonifácia e mais alguns parques no centro. No entanto, eu me perguntava: e as pessoas que vivem mais longe do centro? Como elas teriam acesso a esse conceito de qualidade de vida? Foi aí que surgiu o conceito de socialização e democratização das áreas de lazer. Começamos a transformar locais abandonados, muitas vezes associados à insegurança e doenças, em belas áreas de lazer para a população. Quanto mais distante do centro, mais rápido nossa gestão chegava, transformando locais antes negligenciados em áreas de lazer com padrão de qualidade, incluindo iluminação LED, quadras, parquinhos e academias para a melhor idade. A ideia era criar locais de convívio social onde os vizinhos pudessem se reunir e interagir, proporcionando um ambiente mais seguro e de qualidade de vida para todos. Além disso, decidimos homenagear os heróis anônimos da comunidade, pessoas que tiveram um impacto significativo em suas famílias e comunidades, dando seus nomes às praças e espaços públicos. O nome de Nilton é uma homenagem a um grande comunitário e amante de Cuiabá

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Pinheiro finalizou agradecendo a todos que, direta ou indiretamente ajudam no desenvolvimento de Cuiabá. É importante destacar que não estou sozinho nisso. Temos líderes comunitários ativos, que desempenham papéis essenciais na construção de nossa cidade. Eles são verdadeiros guerreiros e defensores de suas comunidades. Toda essa transformação nas áreas de lazer e qualidade de vida é resultado de trabalho em equipe e comprometimento com nossa cidade”, concluiu.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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