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Sefaz debate modernização e simplificação dos serviços em fórum de integração

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Mais de 300 contadores, contabilistas e servidores públicos participaram, nesta terça-feira (19.09), do Conecta 23, um fórum de integração promovido para debater o novo modelo de atendimento da Secretaria de Fazenda de Mato Grosso. O diálogo e trabalho conjunto entre o Executivo e a classe contábil e empresarial mato-grossense visa simplificar e agilizar os procedimentos tributários, assim como buscar soluções para as dificuldades enfrentadas pela categoria.

O evento foi realizado no Hotel Fazenda Mato Grosso, em parceria com o Sindicato das Empresas de Serviços Contábeis, Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas do Estado de Mato Grosso (Sescon-MT), e contou com a presença de representantes das federações, associações, conselhos e sindicatos da classe contábil.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, participou do Conecta 23 e afirmou que o caminho trilhado pela Secretaria de Fazenda no novo modelo de atendimento ao contribuinte, de diálogo e desburocratização, está alinhado com a diretriz do Governo do Estado.

“A diretriz do Governo é desburocratizar. Desburocratizar não só pelo nosso esforço de digitalização, mas, também, através do diálogo para que possamos compreender o outro lado da mesa. Quais são as dificuldades que os contadores, o setor empresarial e produtivo, estão enfrentando no dia a dia, para podermos, com praticidade e eficiência, resolver as questões e facilitar a vida de cada um que trabalha e produz em Mato Grosso”, afirmou o secretário-chefe da Casa Civil.

Para o secretário adjunto de Projetos Estratégicos da Sefaz, Vinícius Simioni, a integração entre Sefaz e contadores gera ganhos mútuos, fomentando a atividade econômica e toda a sociedade. Ele destacou que um dos resultados dessa parceria é a melhoria da gestão fiscal do Estado, obtida em decorrência de administração eficiente dos recursos públicos e, também, de uma construção conjunta.

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“Temos buscado, em todos os processos de trabalho, a eficiência máxima, tanto interna quanto junto às partes que se relacionam com o Estado. Estamos, hoje, em um quadro de alto nível de solidez fiscal, somos o Estado com a melhor classificação no país e pelo segundo ano consecutivo nós alcançamos essa pontuação. Isso é um resultado do esforço fiscal do Governo e, também, de uma construção conjunta. Todos nós participamos dessa transformação como servidores, pessoas, empresários, contadores, cada um contribuindo da sua forma”, disse o secretário adjunto.

O novo modelo de atendimento que a Secretaria de Fazenda está debatendo e construindo é voltado para a modernização, simplificação e eficiência dos serviços e processos.

“Esse novo modelo busca ser digital, trazer resolutividade e ser pró-ativo. Ele é um conjunto de atividades e de mudanças legislativas que busca promover um ambiente concorrencial saudável para que as empresas consigam progredir, desenvolver suas atividades de forma fluída. E, para isso, é imprescindível a contribuição do contador, que é a nossa principal interface com o contribuinte”, afirmou o superintendente de Atendimento ao Contribuinte, Rafael Vieira.

A parceria entre a Secretaria de Fazenda e a classe contábil na construção de um atendimento eficaz é uma iniciativa inédita. Para o presidente do Sescon-MT, Marco Aurélio Ribeiro, o evento é um marco de mudança para os contadores e servirá de exemplo para os demais estados.

“Nossa intenção é sermos melhores contadores, e esse trabalho conjunto vai permitir isso, além de trazer melhorias para todos, promovendo um ambiente de negócios saudável e produtivo para toda a sociedade, fazendo o Estado andar”, acrescentou.

Participaram do evento o Conselho Regional de Contabilidade (CRC MT), a Federação das Associações Comerciais e Empresarais (Facmat), a Federação das Indústrias (FIEMT), a Federação das Câmaras de Dirigentes Lojistas (FCDL) e Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (Fecomércio), além do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) e escritórios de contabilidade, advocacia e de tecnologia de todo Estado.

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Palestras e oficinas

Durante a programação do Conecta 23, os contadores e empresários acompanharam a palestra do presidente da Federação Nacional das Empresas de Serviços Contábeis e das Empresas de Assessoramento, Perícias, Informações e Pesquisas, Daniel Coêlho.

“Quem intermedia com o contribuinte é a contabilidade. Então, essa interação, essa união, vai trazer muitos benefícios para a sociedade, facilitando processos, abrindo novos canais de atendimento e melhorando a qualidade dos serviços prestados pelo Governo à sociedade empresarial”, disse o Coêlho.

O presidente destacou, ainda, a importância de os contadores buscarem sempre o conhecimento por meio de capacitações e diálogo com o Fisco.

Com o tema “Construindo o Novo Modelo de Atendimento da Sefaz”, a programação do evento contou, também, com duas oficinas. Nelas os contadores e empresários puderam avaliar os serviços e procedimentos fazendários, assim como propor mudanças que podem ser implementadas no novo modelo de atendimento da Secretaria de Fazenda.

O contador e presidente da Associação dos Contadores de Sorriso, Ipiranga do Norte, Itanhangá e Ubiratã, Savio Junior Zaniolo, avaliou o encontro de forma positiva, destacando a abertura para que a classe contábil contribua com a Sefaz.

“Já tivermos vários debates com a Sefaz e podemos contribuir com nossa experiência. Quem operacionaliza é a Sefaz, mas nós estamos na outra ponta da corda para ver como funciona, então essa interação trará soluções tanto para aprimorar o atendimento ao contribuinte, quanto para trazer mais agilidade nos processos arrecadatórios e fiscais”.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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