MATO GROSSO
Primeira-dama de MT recebe o título de Dama do Bem da Associação Seara de Luz
MATO GROSSO
A Seara de Luz atua há duas décadas e meia, sob a presidência da instituição Elione de Almeida, e voluntárias dedicadas que fomentam parcerias com o objetivo de ampliar ações solidárias e altruístas, entre elas Leila Malouf, que é embaixadora de luz.

Virginia Mendes falou da importância do movimento realizado pela Seara de Luz, e agradeceu a homenagem. “Ser uma Dama do Bem é motivo de muito orgulho para mim, porque essa união em prol de ações para beneficiar as pessoas que mais precisam faz a diferença na vida delas, isso é algo que me dedico e espero poder ajudar esse lindo grupo. A Seara de Luz está de parabéns pelo comprometimento com o papel social”.
A primeira-dama de MT destacou as ações desenvolvidas pela associação. “Conheço de perto o trabalho que a Seara de Luz faz, e é realmente impressionante”.
Há oito anos, o grupo deu início ao projeto ‘Panetone do Bem’. A iniciativa já ultrapassou a marca de 100 mil unidades vendidas.
“O Panetone do Bem é uma benção e, de coração, agradeço a ideia da querida Leila Malouf, que se transformou numa verdadeira corrente do bem. Neste ano, temos a missão de vender 30 mil panetones e contamos com a colaboração de todos. É um produto mato-grossense, produzido em Várzea Grande e de excelente qualidade”, destacou Virginia Mendes.

Leila Malouf agradeceu a presença e convidou voluntários para conhecer mais do projeto. “De coração, espero que todos tenham apreciado o evento e aproveitem para conhecer um pouco mais o Seara de Luz. Quando conheci o projeto há 10 anos fiquei impressionada, e quando você conhece é difícil deixar de participar. Reunir todas as amigas aqui foi maravilhoso”.
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MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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