RACHADINHA
Comissão aprova pedido de cassação de Edna; Câmara marca votação
MATO GROSSO
A Comissão de Constituição e Justiça da Câmara Municipal aprovou, na tarde desta segunda-feira (9), o relatório propondo a cassação do mandato da vereadora Edna Sampaio (PT) por apropriação indébita da verba indenizatória.
O relatório foi lido e aprovado pelos vereadores da Comissão de Ética e Decoro Parlamentar na semana passada. Agora, após passar pela CCJ, está apto a ir à votação dos 25 vereadores.
Uma sessão extraordinária ficou agendada para às 9h, de quarta-feira (11) para que o plenário vote o relatório. Se aprovado, a vereadora perde o mandato e pode ficar inelegível por oito anos.
O presidente da CCJ,vereador Pastor Jeferson Siqueira (PSD), deu parecer favorável ao relatório, e foi seguido pelo vereador Ricardo Saad (PSDB).
“Nosso trabalho analisa, e o nosso parecer não é sobre o mérito do processo, e sim da resolução do processo. E nossa parecer é pela aprovação”, disse o Pastor Jeferson.
Na Comissão de Ética, o relatório foi elaborado pelo vereador Kássio Coelho (Patriota), e aprovado pelo presidente da comissão Rodrigo Arruda e Sá (Cidadania) e pelo membro Wilson Kero Kero (Podemos).
Apropriação indébita
A acusação contra Edna aponta que essa verba deveria ser administrada exclusivamente por Laura Natasha de Oliveira, que na época era a chefe de gabinete.
Em oitiva na Câmara, Laura confirmou que passava mensalmente a VI para uma conta pessoal de Edna. Segundo ela, o marido da vereadora, William Sampaio, era quem solicitava a transferência.
Edna se defende dizendo que a legislação não proíbe os vereadores de passarem a verba para uma conta pessoal e a administrarem por conta própria.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0