MATO GROSSO
Moradores de Cuiabá ganham R$ 100 mil no sorteio do Nota MT
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Ao todo, 1.007 pessoas foram premiadas com valores que somam R$ 900 mil. Ainda, 172 entidades filantrópicas foram contempladas com R$ 180 mil, que correspondem a 20% do total dos prêmios.
Jean Leocardio da Silva e Ana Vitória Silva de Carvalho foram os ganhadores dos prêmios de R$ 100 mil. As premiações de R$ 50 mil foram sorteadas para Diolete Veronica Cardoso da Silva, de Lucas do Rio Verde, e Mayk de Oliveira Arruda e Paulo Cesar Machado Ribeiro, de Cuiabá.
Outras cinco pessoas foram contempladas com os prêmios de R$ 10 mil. São elas: Amanda Caroline dos Santos e Zelir Almeida Gaides, de Sorriso, Sergio Vicentini Franca, de Alto Taquari, Marilia Irineu Cinha e Mayra Silva Botelho de Campos Oliveira, de Cuiabá.
Os demais sorteados vão receber R$ 500, sendo que três deles foram premiados duas vezes, com bilhetes diferentes, e recebem o valor acumulado de R$ 1.000.
O secretário-adjunto de Projetos Estratégicos da Secretaria de Fazenda, Vinícius Simioni, conduziu o sorteio e explicou que, para o cidadão participar do Nota MT e concorrer às premiações, é necessário sempre pedir o CPF na nota, além de fazer o cadastro no programa.
“Participar do Nota MT é muito simples: basta fazer o cadastro no site ou aplicativo, lembrando que as informações devem ser preenchidas corretamente, principalmente, os dados bancários para que ele [o cidadão] receba o prêmio. A partir daí ele deve solicitar a inserção do CPF nos documentos fiscais, nas aquisições que forem realizadas no comércio”, explicou.
Simioni lembrou, ainda, que pedir o CPF na nota é um exercício de cidadania, e que cada vez mais pessoas estão aderindo ao Nota MT. O resultado disso é o número de usuários inscritos ao programa, que aumentou 40% comparando o mês de setembro de 2022 e de 2023.
“As pessoas querem participar, exercitar mais sua cidadania. Elas estão cada vez mais conscientes de que pedir o CPF é assegurar que o imposto que está inserido no valor da nota fiscal seja repassado ao Estado para que o recurso seja investido, com eficiência, em serviços públicos que beneficiam a todos”, disse o secretário-adjunto.
Atualmente o Nota MT conta 592.201 usuários inscritos, dos quais mais de 45 mil já foram contemplados. O valor total já repassado a eles é de R$ 28.243.500,00.
Mensalmente o Nota MT sorteia 1.010 prêmios, sendo dois de R$ 100 mil, três de R$ 50 mil, cinco de R$ 10 mil e mil de R$ 500.
Concorreram ao sorteio realizado nesta quinta-feira (19.10) 42.619 pessoas que participam do programa e pediram CPF na nota em compras realizadas entre 1º e 30 de setembro.
Fonte: Governo MT – MT
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0