MATO GROSSO
Governador: “Não é justo que o cidadão pague os impostos de grandes setores”
MATO GROSSO
Ele se reuniu, nesta quarta-feira (01.11), com o relator da reforma, o senador Eduardo Braga, em Brasília. A primeira-dama Virginia Mendes e os senadores Mauro Carvalho e Margareth Buzetti acompanharam a agenda.
“Eu vejo essa reforma tributária com muita preocupação. O cidadão brasileiro acha que vai pagar menos impostos, mas isso não vai acontecer, porque grandes setores vão deixar de pagar os impostos completamente. Alguém vai ter que pagar essas despesas e vai ser o trabalhador, a classe média, os assalariados desse país. Isso não é justo”, afirmou.
Ele enfatizou ainda que a redução de receita em razão das isenções pode ter consequências para Mato Grosso, um dos principais produtores nacionais. “Isso pode colapsar o nosso Estado a médio prazo, porque o custo dos municípios e do Governo Federal não deve diminuir. A tendência é só aumentar”, pontuou Mauro Mendes.
A senadora Margareth Buzetti também expressou suas preocupações com a reforma tributária. “O estado de Mato Grosso é produtor e exportador. Eu não tenho dúvida que as regiões produtoras serão as mais prejudicadas por essa reforma”, disse.
Já o senador Mauro Carvalho afirmou que a expectativa é garantir a continuidade de arrecadação de Mato Grosso em função dos investimentos que estão sendo feitos pelo Governo.
“Mato Grosso é um dos estados que mais perde nessa reforma tributária. O que nós viemos fazer aqui foi conversar com o senador Eduardo Braga para encontrar o equilíbrio entre os estados produtores, como é o caso de Mato Grosso, e os estados consumidores. Esperamos manter a arrecadação para continuar investindo em infraestrutura, educação, segurança públicas e outras áreas importantes”, finalizou.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá
O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.
O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.
Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.
Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.
Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.
Alex Rodrigues propõe comissão permanente
Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.
Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.
“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.
Curitiba é citada como exemplo
Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.
Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.
Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.
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