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Em contato constante por De La Cruz, Flamengo mira outras três posições para 2024; entenda
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Comando do futebol deseja um lateral-esquerdo em condições de brigar por posição com Ayrton Lucas, um volante com poder de marcação e mais um zagueiro
A derrota do Flamengo por 2 a 1 para o Santos expôs velhas carências rubro-negras. O sonhado substituto de Arrascaeta, em mau momento, não estava no banco. Um nome para suprir essa lacuna segue como favorito desde a última janela: o também uruguaio Nicolás De La Cruz.
O Flamengo mantém conversas constantes com o staff do compatriota de Arrascaeta para tê-lo já no início de 2024. Nas últimas semanas, houve reuniões entre as partes, e o desejo pela transferência é mútuo.
De La Cruz já havia manifestado a vontade de defender o Rubro-Negro nas últimas investidas. O problema era e ainda é o River Plate.
O meia de 26 anos é um dos grandes símbolos do atual elenco do River. Embora dividam igualmente os direitos econômicos do atleta com o Liverpool-URU, os argentinos é quem mandam na operação.
Durante a última janela, segundo afirmou Marcos Braz em entrevistas coletivas, o River Plate mostrou-se irredutível e “sentou em cima da multa de US$ 16 milhões (cerca de R$ 80 milhões)”. Apesar do jogo duro, o Flamengo continuará, com paciência, sua luta para contratar De La Cruz.
Outras carências no radar
Outras posições prioritárias são a lateral esquerda e a zaga. O Flamengo já decidiu que não renovará o contrato de Filipe Luís e, por isso, busca um jogador que tenha condições de brigar pela titularidade com Ayrton Lucas.
Na zaga, Rodrigo Caio também não terá seu contrato renovado, enquanto Fabrício Bruno, valorizado, tem possibilidades de atuar fora do Brasil na próxima temporada. Léo Pereira é outro que recebe propostas e sondagens frequentemente. Além disso, tem convivido com lesões. Diante desses fatores e da idade avançada de David Luiz, o clube vê necessidade de contratação para o setor.
Rodrigo Caio e a derrota para o Santos, aliás, ajudaram a expor outra lacuna do elenco rubro-negro: o reduzido número de volantes. Rodrigo foi improvisado no setor, função que executou nos tempos de São Paulo. Para o jogo no Mané Garrincha, Tite não teve Pulgar, suspenso, e Allan, lesionado.
Dessa forma, o Flamengo procura um volante com capacidade de marcação e construção de jogo. Na última janela, o nome de Wendel esteve no radar mais uma vez, porém os russos do Zenit não foram flexíveis.
Com o título brasileiro praticamente descartado apesar dos tropeços do Botafogo, o Flamengo se mexe nos bastidores para ter um elenco forte o suficiente para voltar a ser campeão em 2024.
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“É proibido não acreditar”, diz Ricardo Gluck Paul sobre o Brasil na Copa
Em clima de Copa do Mundo, o presidente da Federação Paraense de Futebol (FPF) e vice-presidente da CBF, Ricardo Gluck Paul, compartilhou análises, bastidores e expectativas sobre o futebol brasileiro durante conversa no Biodiversa Podcast, conduzido pelas apresentadoras Nélia Ruffeil e Poliana Bentes. A entrevista completa já está disponível:
Ao comentar a caminhada da Seleção Brasileira rumo ao Mundial, Ricardo demonstrou confiança e afirmou que o Brasil pode surpreender quem tem colocado outras seleções entre as favoritas.
“As pessoas estão olhando muito para a França e Portugal, mas acho que o Brasil está sendo subestimado. Eu acredito que vamos surpreender.”
Segundo Gluck Paul, a Seleção chega mais estruturada nesta edição da Copa, com um planejamento que priorizou a integração dos atletas desde a fase inicial de treinamentos.
“É a primeira vez que a seleção chega completa à sede da Copa. Isso fortalece o sentimento de grupo e mostra um trabalho que precisa ser acreditado.”
Durante a conversa, Ricardo também analisou a evolução do futebol moderno e ressaltou que a organização tática passou a ser tão importante quanto o talento individual.
“O futebol mudou muito. A arte continua existindo, mas ela precisa estar acompanhada de organização e segurança dentro de campo.”
Além do cenário da Copa, o dirigente abordou temas como o crescimento do futebol feminino, a valorização da arbitragem paraense, o fortalecimento das competições estaduais e os desafios enfrentados pelo esporte diante do avanço do mercado de apostas esportivas.
Um dos momentos de maior destaque da entrevista aconteceu ao final da conversa, quando foi convidado a definir a Copa do Mundo de 2026 em uma frase.
“É proibido não acreditar.”
A entrevista também traz reflexões sobre liderança, gestão esportiva, inclusão social por meio do futebol e os projetos que vêm transformando o cenário esportivo no Pará.
A entrevista completa está disponível no canal oficial do podcast e reúne outros bastidores, análises e histórias compartilhadas por Ricardo Gluck Paul sobre o futebol brasileiro e paraense.
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