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Prefeito autoriza continuidade do trabalho de escola filantrópica por mais 20 anos em espaço público

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prefeito Emanuel Pinheiro autorizou, por meio de Decreto Municipal 9.893/2023, a continuidade dos serviços sociais realizados pela Escola Espírita Vianna de Carvalho, no bairro Jardim Florianópolis. A assinatura do termo de renovação de uso da área pública foi prestigiada por diversos trabalhadores voluntários que compareceram ao ato no salão nobre do Palácio Alencastro. O Decreto  foi publicado na Gazeta Municipal desta quinta-feira (9) e prevê o uso do espaço público por 20 anos.

“O que antes era um casarão abandonado deu lugar ao espaço que atende mais de 250 crianças em período integral, centenas de famílias aos sábados, além da comunidade em geral. Estamos no local há 13 anos, fazendo a diferença na vida dessas pessoas e mudando a realidade do bairro e região. Esse documento é a realização de um sonho, porque é o que nos garante a identidade e a credibilidade do trabalho perante os parceiros para que o trabalho flua e possamos expandir. Graças a esse documento conseguimos viabilizar projetos para a comunidade”, declarou o diretor da Escola Espírita Vianna de Carvalho, Paulo Mário Barros da Costa.

Com a permissão de uso do espaço por mais 20 anos o prefeito Emanuel Pinheiro dá continuidade ao trabalho de sua gestão que é melhorar a vida das pessoas especialmente as que mais precisam e estão distante do centro da cidade. “A vontade de fazer, de entregar, de melhorar a vida das pessoas, principalmente quem mais precisa é o que eu mais quero para a vida. A propriedade é pública e passou pelos trâmites burocráticos que, por segurança é necessário e agora o documento está pronto.  Se é para melhorar a vida das pessoas, é para melhorar o ambiente das famílias, melhorar o ambiente da comunidade, tirar as crianças das drogas, tirar da marginalidade, é para dar uma perspectiva melhor para todos que gostam de um bairro melhor para nossa cidade? Então, podem ter certeza que é esse o nosso objetivo”, frisou.

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Além da educação infantil a comunidade é beneficiada com o serviço social, que inclui café da manhã e distribuição de alimentos. Segundo Paulo, são ações que tem contribuído para redução dos índices de criminalidade no bairro. “O trabalho se perpetua, atualmente existem entre os voluntários, pessoas que já estudaram na unidade. É um processo que a gente não pode parar e se não tiver essa parceria com o município a gente não vai chegar no objetivo que a gente quer chegar, que é expandir as ações. Só temos que agradecer o prefeito”, revelou Paulo.

O vice-presidente da associação Wantuil de Freitas e suplente de vereador, Robertinho Fernandes, reconheceu que o documento dá legalidade a instituição e facilita em parcerias tanto com setores públicos como privados. “Agradecemos toda a equipe do prefeito Emanuel Pinheiro, o vice-prefeito e secretário de Obras Públicas José Roberto Stopa, o assessor Carlos Miranda, enfim, que possibilitaram a extensão desse trabalho conceituado por mais 20 anos. A gente fica muito feliz porque quando você tá legal, você tá com a documentação, com o seu corpo gestor tudo organizado, você trabalha mais tranquilo, até porque nós somos voluntários”, frisou Robertinho.

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Ressalta-se que o imóvel tem 1.200 metros quadrados e está localizado na rua 21, do bairro Jardim Florianópolis. Sendo de responsabilidade do detentor da cessão a conservação, manutenção, limpeza e adequações do espaço para o uso a que se destina, sem qualquer ônus para a administração pública municipal. A permissão é exclusiva para fins de continuidade das atividades sociais e filantrópicas desenvolvidas no local.

O vice-prefeito e secretário de Obras Públicas, José Roberto Stopa, também assinou o documento.

O secretário de Governo, Wilton Coelho Pereira prestigiou o ato.

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Credores rejeitam plano e recuperação do Grupo Pelissari entra em fase decisiva

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A recuperação judicial do Grupo Pelissari entrou em um momento decisivo após os credores rejeitarem o plano apresentado pela empresa. A decisão foi tomada durante Assembleia Geral de Credores (AGC) realizada em 2025 e representa uma mudança significativa no rumo do processo, que tramita na 4ª Vara Cível de Sinop.

Durante a assembleia, pedidos de nova suspensão não foram aceitos pela Administração Judicial, que considerou o histórico de prorrogações anteriores sem avanços concretos. Com a rejeição do plano, a recuperação avança para uma etapa menos comum: a possibilidade de os próprios credores apresentarem uma proposta alternativa de reestruturação.

Essa possibilidade, prevista na Lei de Recuperação e Falências, muda o centro das negociações. Sem um plano aprovado, o processo entra em uma fase crítica, na qual o grupo devedor precisa demonstrar viabilidade econômica e recuperar a confiança dos credores. Caso contrário, cresce o risco de a recuperação ser convertida em falência.
Diante desse cenário, a AGC autorizou a abertura de prazo para apresentação de um plano alternativo. Entre os principais credores envolvidos estão a Blackpartners Fundo de Investimento e as empresas Terra Forte, Maré Fertilizantes e Vicente Agro, que protocolaram conjuntamente uma nova proposta de reorganização.

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Segundo os documentos apresentados ao juízo, o plano alternativo busca enfrentar problemas apontados pelos credores, como a falta de informações claras e previsibilidade financeira. A proposta prevê critérios objetivos de cumprimento, maior transparência sobre o desempenho operacional e mecanismos de fiscalização, pontos considerados essenciais em operações ligadas ao agronegócio, setor marcado por forte sazonalidade.

Além do novo plano, os credores também solicitaram acesso ampliado a informações da empresa, com pedidos de medidas de apuração, incluindo requerimentos relacionados à quebra de sigilos e ao uso de ferramentas de rastreamento de dados. A análise dessas medidas ainda depende de decisão judicial, mas tende a aumentar o nível de controle e escrutínio sobre a operação do grupo.

Para o advogado Felipe Iglesias, o uso desse instrumento mostra a gravidade do momento vivido pela empresa. “A apresentação de um plano alternativo por credores é prevista em lei, mas não é comum na prática. Quando acontece, geralmente indica que os credores não enxergam, naquele momento, uma proposta do devedor capaz de equilibrar viabilidade econômica e execução efetiva. Se o plano alternativo também for rejeitado, o risco de falência se torna concreto”, afirma.

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Para o mercado, o episódio sinaliza que a recuperação judicial do Grupo Pelissari entra em uma fase em que governança, transparência e consistência das informações passam a ser tão importantes quanto o cronograma de pagamentos. O processo segue agora para um ponto decisivo: ou a reestruturação será redesenhada sob liderança dos credores, ou haverá uma tentativa de recomposição de consensos para evitar um desfecho mais severo.

Em recuperações judiciais, o fator tempo costuma pesar contra empresas com baixa previsibilidade. Uma nova assembleia geral destinada à aprovação do plano de credores deverá ocorrer ainda no primeiro semestre de 2026. Caso o plano seja rejeitado, será decretada a falência.

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