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Seduc divulga critérios de prêmio que distribuirá mais de R$ 5,6 milhões a estudantes melhores avaliados

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Os critérios do prêmio Estudante Nota Dez foram divulgados nessa quinta-feira (09.11) pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT). Serão premiados estudantes da rede pública estadual que obtiverem o melhor desempenho na Avaliação Formativa de Saída do Sistema Estruturado de Ensino (SEE), em 2023.

Devem ser distribuídos até R$ 5,6 milhões em prêmios, como parte do circuito de ações de aprendizagem, que busca o fortalecimento das políticas públicas de estrutura e planejamento, unindo o livro didático, a plataforma digital, formação dos professores, avaliação e assessoria pedagógica.

Para concorrer a premiação, o estudante deverá se comprometer com a presença escolar e ter frequência mínima de 85% em cada uma das disciplinas, até a data da avaliação. Além disso, o estudante deverá ter nota mínima de 6, calculada a partir da sua proficiência na avaliação, baseada no desempenho dos estudantes em todas as escolas que compõem a rede pública estadual.

A premiação será dividida em três etapas: escolar, regional e estadual.

Na etapa escolar, serão premiados os melhores estudantes de cada turma. Na regional, cada unidade escolar deverá encaminhar à Diretoria Regional de Educação (DRE) o nome dos primeiros colocados de cada ano, premiando assim 238 estudantes. Já na etapa estadual, o melhor estudante de cada uma das 14 DREs serão premiados com uma gratificação em espécie.

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As premiações

Os prêmios variam de fones de ouvido a R$ 5 mil para cada aluno.

Na etapa escolar, serão premiados os três melhores estudantes de cada turma da rede de ensino público estadual, com as seguintes premiações:

  • 1º lugar receberá um fone de ouvido;
  • 2º lugar receberá uma mini caixa de som;
  • 3º lugar receberá uma mini caixa de som.
Na etapa regional, serão premiados o melhor estudante de cada um dos anos da etapa de ensino, 17 estudantes por DRE, com as seguintes
premiações:
  • 1 tablet para o melhor estudante do 2º, 3º, 4º e 5º ano do Ensino Fundamental;
  • 1 celular smartphone para o melhor estudante do 6º, 7º, 8º e 9º ano do Ensino Fundamental;
  • 1 celular smartphone para o melhor estudante do 1º, 2º e 3º ano do Ensino Médio;
  • 1 celular smartphone para o melhor estudante de cada agrupamento da EJA, correspondente a quatro estudantes do Ensino Fundamental e dois estudantes do Ensino Médio.
Na etapa estadual, será premiado o estudante melhor classificado de cada Diretoria Regional de Educação – DRE, da seguinte forma:
  • 14 estudantes serão selecionados para a primeira posição e cada um deles receberá R$ 5 mil.
Acesse AQUI a portaria na íntegra

Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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