Mauro Carvalho, ex-secretário-chefe da Casa Civil e suplente de senador, afirmou nesta sexta-feira (10), em entrevista ao programa Primeira Página, na Rádio Centro América FM, que a disputa interna entre o deputado federal Fábio Garcia e o presidente da AL (Assembleia Legislativa) de Mato Grosso, deputado estadual Eduardo Botelho, ambos do União Brasil, para disputar a Prefeitura de Cuiabá, pode ser o começo da derrota da sigla.
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Disputa entre Fábio e Botelho é início do caminho da derrota, diz Mauro Carvalho
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Tanto Fábio Garcia quanto Eduardo Botelho aguardam aval do partido e do governador Mauro Mendes para que seja definido qual deles vai disputar a Prefeitura de Cuiabá nas eleições de 2024.
“Vou trabalhar, como meu partido diz, pela união. Essa divisão entre o Fábio Garcia e o Eduardo Botelho é o início do caminho da derrota. Se esse grupo permanecer unido, nós temos grandes chances de vencer a Prefeitura de Cuiabá”, afirmou Mauro Carvalho.
Conforme declarações feitas à imprensa por Fábio e Botelho, nenhum dos dois pretende abrir mão do posto de candidato pelo União Brasil. De acordo com Mauro Carvalho, a “rixa” entre os dois pode fazer com que a disputa seja vencida por outro candidato.
“Tem que ter um consenso entre os dois e entre grupo político para saber quem é o melhor candidato para vencer as eleições. Porque, para disputar, qualquer um pode. Nós temos que pensar em vencer as eleições e trazer para a população de Cuiabá uma gestão honesta, eficiente, que vai entregar resultados. Para isso temos que estar unidos e fortalecidos. Com essa divisão, os votos serão divididos também e vai ser muito ruim para todos porque vai acabar entregando a Prefeitura de Cuiabá de novo para pessoas que não têm nenhum compromisso com a população cuiabana”, afirmou.
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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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