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Estudantes disputam troféu de melhor gamer das escolas estaduais nesta terça-feira (14)

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Final do 1º E-Campeonato Inter Grêmios de Clash Royale será das 08h30 às 16h, no auditório da Seduc, em Cuiabá

O 1º E-Campeonato Inter Grêmios de Clash Royale – Copa Educa, para Estudantes do 9º ano do Ensino Fundamental e do Ensino Médio, promovido pela Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT), chega à grande final nesta terça-feira (14.11), das 08h30 às 16h, no auditório da Seduc, em Cuiabá. Ao todo, 16 jogadores, representando escolas e grêmios de oito municípios, participam da final.

Clash Royale é um jogo de estratégia em tempo real, divertido e altamente competitivo. Desde que foi lançada, em junho, durante o 1º Encontro de Grêmios Estudantis, em Cuiabá, a Copa Educa reuniu mais de dois mil estudantes nos games online, inclusive, estudantes Público Alvo da Educação Especial – PAED, cumprindo o critério da equidade.

Desse total, os 16 estudantes mais pontuados nos torneios, ocorridos de 1º de junho a 31 de outubro, competirão entre si na grande final, de forma presencial, no formato bracket de dupla eliminação, com oitavas de final, quartas de final, semifinais e a finalíssima.

Além dos 16 jogadores, quatro alunas mais bem pontuadas vão disputar a semifinal e a finalíssima da categoria especial “As Brabas da Copa Educa”.

“Em cinco meses de competição tivemos um público fabuloso, com estudantes inscritos de 91% das cidades do Mato Grosso, além do engajamento dos grêmios e das 14 diretorias regionais de educação”, comemora o secretário de Estado de Educação, Alan Porto.

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O secretário observa que, além dos conteúdos ligados ao torneio, durante a Copa Educa aconteceram palestras e lives exclusivas para estudantes, professores, gestores escolares e até para os pais, a fim de esclarecer sobre os benefícios dos games na formação, aprimoramento das capacidades mentais e motoras, além de despertar no jovem a possibilidade de se tornar um futuro profissional dos games.

Segundo Alan Porto, o Governo de Mato Grosso já entregou milhares de Chromebooks às escolas, disponibilizou internet de banda larga, além de outras tecnologias como Smart TVs, robótica educacional e 103 mil chips de internet móvel para a comunidade estudantil. “Tudo isso compõe um cenário que estimula o estudante a imergir ainda mais nesse universo tecnológico e o game faz parte disso”.

O gestor do projeto, Adriano Echeverria, lembra que todos os 16 finalistas já ganharam cadeiras gamers e fones de ouvido gamer por terem sido os melhores nas etapas anteriores. Na final, os players receberão medalha, kit com camiseta, squeeze, bonés e disputarão prêmios como miniaturas dos personagens do jogo.

Na Finalíssima, para escolha do the best, além de troféu exclusivo, um celular Galaxy A23 estará em disputa. As Brabas da Copa Educa vão disputar miniaturas, troféu e um outro aparelho celular da mesma marca e categoria.

Estudantes que disputarão a final da Copa Educa
João Miguel Santos, da E.E. Liceu Cuiabano Maria de Arruda Muller, de Cuiabá
Matheus Azevedo Rolon, da E.E. Rafael de Siqueira, de Chapada dos Guimarães
Matheus Massayuki, E.E. Elmaz Gattas Monteiro, de Várzea Grande
Wandré Henrique, E.E Joaquim A. Costa Marques, de Denise
Diogo Gomes, E.E. Joaquim A. Costa Marques, de Denise
Luiz Henrique Camilo, E. E. Ulisses Guimarães, de Campo Verde
Reinilson Neris, E.E. Welson Mesquita, de Cuiabá
Kleison Oliveira da Silva, E.E. Welson Mesquita, de Cuiabá
David Erick, E.E. Eliane Digigov, de Cuiabá
Caique Cardoso Morais, E.E. João Rezende de Azevedo, Alto da Boa Vista
Kelto da Silva Queiroz, E.E. Eliane Digigov, de Cuiabá
Maike Magalhães, E.E. Padre Cézar, de Poxoréu
Eduardo Oliveira Silva, E.E. Major Otávio Pitaluga, de Rondonópolis
Henzo Queiroz, E.E. Ubaldo Monteiro da Silva, de Várzea Grande
Vitor Teixeira Queiroz, E.E. Ubaldo Monteiro da Silva, de Várzea Grande
Vinícius José Capitão, E.E. Militar Tiradentes Ten Cel Louirson Benevides, em Várzea Grande

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Estudantes que disputarão a final das Brabas da Copa Educa
Ana Vitória Lima Mattioni, E.E. Elizabeth de Freitas Magalhães, de Rondonópolis
Danielle Barretos de Sales, E.E. Muralha de Miranda, de Nova Marilândia
Rosiele de Assis, E.E. José de Lima Barros, de Nossa Senhora do Livramento
Luana Gabrielen Tempes, E.E. do Campo Jaraguá, de Água Boa.

Serviço:
Estudantes disputam troféu de melhor gamer das escolas estaduais
Data: terça-feira (14.11), das 08h30 às 16h
Local: auditório da Seduc, em Cuiabá

 

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Especialista alerta: falta de diálogo sobre dinheiro pode comprometer a saúde financeira e até o futuro dos relacionamentos

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Quando o assunto é relacionamento, muitos casais conversam sobre casamento, filhos, carreira e planos para o futuro. No entanto, uma das pautas mais importantes para a construção de uma vida a dois ainda costuma ser deixada de lado: o dinheiro.

Questões relacionadas a orçamento doméstico, dívidas, investimentos e metas financeiras frequentemente se tornam fontes de conflitos quando não são discutidas de forma transparente. Especialistas apontam que a falta de diálogo sobre finanças está entre os fatores que mais geram desgaste emocional e tensão dentro dos relacionamentos.

Para a professora de Ciências Contábeis Maria Clara Martins, o problema vai além da simples organização financeira.

“Muitos casais evitam conversar sobre finanças. Isso acontece porque culturalmente associamos dinheiro a poder pessoal. Isso pode resultar em um dos parceiros esconder gastos, dívidas e receitas do outro — o que chamamos de infidelidade financeira. Situações como essa podem adicionar estresse constante e, muitas das vezes, são a razão para separações”, explica Maria Clara, da Faculdade Serra Dourada de Lorena.

Os erros financeiros mais comuns entre casais

Segundo a docente, a ausência de um planejamento financeiro compartilhado costuma levar a erros que poderiam ser evitados com uma simples conversa periódica sobre o orçamento familiar.

Entre os problemas mais frequentes está a inexistência de uma reserva de emergência para o casal. Sem esse recurso, situações inesperadas como desemprego, problemas de saúde ou despesas urgentes podem comprometer significativamente a estabilidade financeira da família.

Outro ponto de atenção são os gastos duplicados. A falta de alinhamento pode fazer com que ambos mantenham assinaturas, serviços ou despesas semelhantes sem necessidade, aumentando os custos mensais sem que percebam.

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Além disso, quando cada parceiro possui expectativas diferentes para o presente e para o futuro, surgem conflitos relacionados às prioridades financeiras.

“É importante ambos serem sinceros com seus planos para o agora e para o futuro e alinharem as expectativas. Quando existe clareza sobre os objetivos, as decisões financeiras passam a fazer mais sentido para os dois”, destaca.

Transformando dinheiro em ferramenta para realizar sonhos

Embora o tema ainda seja considerado delicado para muitas pessoas, a especialista defende que falar sobre dinheiro pode se tornar um hábito positivo e até motivador.

“Quando o dinheiro vira um instrumento para realizar sonhos juntos, a conversa deixa de ser chata e vira motivadora. Por isso, conversem sobre dinheiro pelo menos uma vez por mês, coloquem como um compromisso na agenda. Não é para brigar, é para comemorar as pequenas conquistas e continuar planejando”, orienta Martins.

Ela recomenda que o casal escolha uma ferramenta de controle financeiro que funcione para ambos, seja uma planilha, aplicativo ou planner. O importante é conseguir visualizar de forma clara quanto dinheiro entra e para onde ele está sendo direcionado.

Outra estratégia é estabelecer metas compartilhadas em diferentes horizontes de tempo:

Curto prazo: viagens, lazer e experiências;
Médio prazo: aquisição de veículo, reformas ou mudanças de residência;
Longo prazo: aposentadoria, educação dos filhos e independência financeira.

“Estudar sobre juros compostos e conhecer opções de investimentos também ajuda o casal a construir patrimônio de forma mais eficiente ao longo dos anos”, acrescenta.

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Conta conjunta ou separada? Especialista explica qual modelo funciona melhor

Uma dúvida comum entre casais diz respeito à administração das contas bancárias. Afinal, é melhor manter tudo separado ou centralizar as finanças?

De acordo com a especialista, não existe uma fórmula única. “Não existe modelo certo ou errado. O mais importante é que a escolha esteja alinhada ao perfil, à rotina e aos objetivos do casal.”

Ela explica que contas totalmente separadas costumam funcionar bem para quem valoriza autonomia financeira, mas podem dificultar a visualização do patrimônio construído em conjunto. Já a conta conjunta oferece maior integração, embora possa gerar conflitos quando os hábitos de consumo são muito diferentes.

Por isso, o modelo híbrido tem ganhado espaço entre especialistas e casais. “O modelo híbrido costuma ser o mais recomendado porque une organização e autonomia. Uma conta pode ser destinada às despesas da casa e às metas compartilhadas, enquanto cada pessoa mantém sua conta individual para gastos pessoais”, ressalta.

Construindo o futuro juntos

Mais do que controlar gastos ou dividir contas, o planejamento financeiro a dois representa uma ferramenta para fortalecer a parceria e construir objetivos em comum.

Em um momento em que o Dia dos Namorados convida casais a refletirem sobre o futuro, a especialista reforça que falar sobre dinheiro é também uma forma de demonstrar confiança, compromisso e responsabilidade.

“Planejar finanças a dois não é sobre controlar o outro. É sobre alinhar sonhos. Quando o casal aprende a falar sobre dinheiro, está, na verdade, desenhando o futuro que quer construir junto”, conclui Maria Clara Martins.

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