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Botelho intervém e 37 comunidades de Cuiabá recebem poços artesianos

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A perfuração de poços artesianos nas comunidades rurais reascende a esperança de milhares de famílias, que dependem da agricultura familiar para o próprio sustento. Um dos gargalos é a falta de água para a sobrevivência e irrigação. É por isso que o deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, neste ano destinou emenda de bancada para a construção dos poços nas comunidades rurais.

Em agosto deste ano, 25 unidades estavam prontas. E mais 12 estão em andamento, neste mês. No total, 37 poços artesianos foram perfurados.

Defensor da agricultura familiar, dos pequenos produtores rurais, Botelho trabalhou na roça e sabe a importância de ter água potável em casa. Ele ressalta que o pequeno produtor depende dessa estrutura para conseguir a subsistência. E, por isso, conclamou os deputados para compor a emenda de bancada a fim de alavancar o setor. Já atendeu comunidades de Barra do Bugres, Nossa Senhora do Livramento e Jangada. Só em Cuiabá, mais de 2,6 mil famílias já foram contempladas.

Botelho destaca a força-tarefa que está a todo vapor. A Baixada Cuiabana está sendo beneficiada, neste mês, mais 12 poços estão sendo perfurados em comunidades de Cuiabá, dentre elas: Pai Joaquim, 21 de Abril, Associação Barreiro Branco, Santa Tereza, Rio dos Couros II, Bela Vista, Três Pedras, Santa Luzia, Arraial dos Freitas, Recanto Tranquilo e Recanto Jurumirim.

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ÁGUA PARA TODOS

Na comunidade Três Pedras, próxima ao distrito da Guia, a qualidade de vida está melhorando com a perfuração do poço artesiano, construído por meio da parceria da ALMT com a Companhia Mato-grossense de Mineração – Metamat.

Aos 56 anos de idade, a moradora Edineide de Jesus Figueiredo, conhece bem a dificuldade de abastecer a residência com baldes de água e lavar roupas na beira do rio. “Aqui na Três Pedras levava uma vida difícil porque tinha que carregar água no latão na cabeça. E, quando o rio estava muito cheio com água suja, tinha que pegar água no ‘corgo’, limpava a cacimba para pegar a água para cozinhar e beber. Nem plantas tinha porque não dava para regar”, relata a moradora.

Edineide conta a emoção que sentiu quando recebeu a informação sobre a indicação de Botelho para a sua comunidade receber um dos poços artesianos. “Botelho já veio aqui e sabe das nossas necessidades. Muitos já vieram aqui, mas Botelho foi o único que cumpriu a palavra. Hoje minha vida é totalmente diferente. É outra vida porque tendo água, e água é tudo. Me emocionei quando vi a água chegando, comemora dona Edineide.

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Assim como muitas donas de casa, para dona Edineide as dificuldades ficaram no passado, pois não precisa mais aparar a água da chuva, coar e armazenar no pote de barro para beber. “Botelho é homem de compromisso!”, destaca, ao acrescentar que a comunidade Três Pedras também precisa de investimentos em infraestrutura, como construção de ponte e transporte público.

Emenda de bancada

Para o deputado, a força-tarefa para viabilizar os recursos tem sido fundamental. Defende que com os poços, além do conforto da água potável para as necessidades básicas, os moradores podem investir na agricultura familiar, gerando emprego e renda.

“Todos os municípios vão receber esse investimento construído dentro da Assembleia Legislativa, uma iniciativa nossa. Espero que aproveitem bem e dividam esse benefício para que seja de maior utilidade possível e de produção. É um trabalho da Assembleia Legislativa em parceria com o governo de Mato Grosso”, explica Botelho.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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