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DERRUBADO PARECER DA CCJR: Deputados aprovam projeto de Juca para que planos de saúde não limitem tratamentos prescritos aos pacientes

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proposta foi apresentada pelo deputado Juca do Guaraná e aprovada em segunda votação durante a sessão plenária desta terça-feira (14), após a derrubada do parecer contrário da CCJR. Parlamentares parabenizaram o colega pela proposta.

Em segunda votação, os deputados estaduais aprovaram, durante a sessão plenária desta terça-feira (14.11), o projeto de lei nº 1066/2023, que dispõe sobre a proibição da limitação dos tratamentos prescritos pelos profissionais de saúde regularmente habilitados pelos planos e seguros privados de assistência à saúde no estado de Mato Grosso.

A proposta, de autoria do deputado estadual Juca do Guaraná (MDB), recebeu parecer contrário do relator do projeto na Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCRJ), Diego Guimarães. No entanto, em plenário, a maioria dos parlamentares derrubou o parecer e votou a favor da proposição, que seguirá para o expediente da Casa e, posteriormente, será encaminhada ao Poder Executivo.

“O que queremos é que não haja limitações para o profissional da área de saúde no que diz respeito ao tratamento. O diálogo sobre o tratamento deve ocorrer entre o profissional e o paciente, e não ser determinado pelos planos de saúde. Por isso, peço a derrubada do parecer”, declarou Juca do Guaraná ao defender o projeto durante a votação.

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Durante a apreciação da proposta, o deputado Sebastião Resende (União) ressaltou a importância do projeto e votou pela derrubada do parecer. “Quem paga pelo plano de saúde espera receber serviços de qualidade. Deputado Juca, voto a favor do seu projeto e contra o parecer”.

O deputado Valdir Barranco (PT) também parabenizou o colega pela proposição. “É um projeto que beneficia diretamente as pessoas em momentos difíceis, quando necessitam de atendimento, inclusive aqueles que têm plano de saúde. Parabéns mais uma vez. Voto a favor da sua proposta e contra o parecer da CCJR”.

O deputado estadual Thiago Silva (MDB) votou contra o parecer e a favor da proposta. “Esse projeto apresentado pelo deputado Juca é justo, garantindo que não haja limitação nos tratamentos e prescrições. Deputado Juca, conte com o meu apoio. Manifesto meu voto contrário ao parecer”.

Fábio Tardin foi outro parlamentar que seguiu seus colegas. “Não podemos permitir que os planos de saúde determinem os medicamentos. Infelizmente, o parecer da comissão está equivocado. Com este projeto maravilhoso, garantiremos os atendimentos necessários para a população”.

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O deputado Gilmar Miranda ressaltou a relevância social do projeto diante de muitas situações precárias na prestação desse tipo de serviço. “Principalmente por parte dos planos de saúde. É justo que esses planos cubram o que o médico prescreveu e atendam às necessidades do paciente”.

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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