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Seduc-MT premia estudantes com melhores projetos inscritos na 4ª Mostra Científica Steam 2023

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Os campeões ganham celulares, tablets e fones de ouvido; professores orientadores e as escolas também serão premiados

A Secretaria de Estado de Educação (Seduc-MT) anunciou, nessa sexta-feira (17), os vencedores da etapa estadual da 4ª Mostra Científica Steam 2023. Concorreram 28 projetos selecionados entre os 88 inscritos na etapa regional, realizada em setembro deste ano.

Além de três vencedores na categoria Ensino Fundamental e outros três vencedores na categoria Ensino Médio, será premiado o vídeo do projeto que teve mais visualizações na rede social oficial do evento, o Tik Tok. Os vídeos têm de 1 a 3 minutos de duração com os temas científicos propostas.

Na categoria Ensino Fundamental, ficou em 1º lugar o projeto Separar Para Fertilizar: Implementação de Compostagem, de estudantes da Escola Estadual Deputado Francisco Eduardo Rangel Torres, de Rio Branco, que sugere a implantação de coleta seletiva, na escola, com gincanas para a conscientização da importância da separação dos resíduos. Eles propõem um jogo online com o tema.

O 2º lugar foi para Bengala Solidária, projeto da Escola Estadual Daury Riva, de Juara. E, em 3º lugar, para a Campanha/Gincana Ambiental, da Escola Estadual Professor Rafael Rueda, de Cuiabá.

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Já na categoria Ensino Médio, o 1º lugar o campeão foi o projeto Utilização de Sccharomyces Cerevisal (levedura presente em cepas naturais utilizada na fabricação de alimentos fermentados), da Escola Estadual São José do Rio Claro, de São José do Rio Claro.

A Escola Estadual Governador José Fragelli, de Cuiabá, conquistou o 2º lugar com o projeto Desenvolvimento de Sistema de Irrigação na Reutilização da Água de Bebedouros com o uso do Arduino.

Por fim, o 3º lugar dessa categoria teve como ganhadora a Escola Estadual Deputado Francisco Eduardo Rangel Torres, de Rio Branco, com o projeto Separar Para Reciclar: Coleta Seletiva.

Serão premiados com celulares os três estudantes das equipes classificadas em 1º lugar nas duas categorias, ensino fundamental e médio; com tabletes os do 2º lugar e com fones de ouvido os do 3º lugar.

O professor orientador de cada projeto vencedor, independente da categoria, receberá um tablet. O dia e local da premiação será anunciado nos próximos dias pela Seduc.

As escolas também receberão um tablet por cada uma das duas categorias premiadas em 1° lugar. Por fim, cada estudante da equipe autora do vídeo que obteve o maior número de visualizações no Tik Tok, independentemente da categoria, também receberá um tablet. Até a o dia 17 de outubro, o vídeo campeão registrou 88.900 visualizações.

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O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, lembrou que o projeto Steam é sucesso na Rede Estadual de Ensino desde 2020.

“Nosso objetivo é fazer com que os estudantes utilizem as plataformas digitais, Chromebooks e materiais didáticos para desenvolver projetos, fazer pesquisas, além de divulgar os resultados nas redes sociais para conhecimento público”, afirmou.

O projeto acontece desde 2020 na Rede Estadual de Ensino e projeto facilita o processo de ensino aprendizagem. Por meio de uma metodologia ativa, possibilita ao estudante a buscar soluções de problemas por meio de pesquisas e inovações nas áreas de Ciências, Tecnologia, Engenharia, Artes e Matemática, cujas iniciais formam a sigla STEAM.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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