MATO GROSSO
Corpo de Bombeiros detecta apenas um foco de calor no Pantanal mato-grossense
MATO GROSSO
“Ontem, devido às chuvas que finalmente chegaram na região, registramos focos apenas na Transpantaneira e no rio Paraguai, próximo a Cáceres. Já nesta terça, até às 11h da manhã, há apenas um foco registrado em nosso satélite de referência, próximo ao Parque Nacional do Pantanal, no Rio Paraguai”, explica o comandante do Batalhão de Emergências Ambientais (BEA), tenente-coronel Marco Aires.
“A não-detecção de um foco de calor não significa que o incêndio está completamente extinto, mas que a intensidade das chamas diminuiu significativamente. É por isso que nossas ações não chegaram ao fim. As equipes continuam lá para monitoramento in loco, combate de eventuais pontos de incêndios e rescaldo”, completou.
No total, 120 militares do Corpo de Bombeiros, Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer) e agentes da Defesa Civil do Estado estão nas oito frentes de combate aos incêndios. Deste total 90 homens estão no Parque Estadual Encontro das Águas e Transpantaneira.
Além destas frentes, os militares também combatem o fogo na bacia hidrográfica do Rio Sararé, região de Mimoso, comunidade São Pedro de Joselândia, região do rio Paraguai em Cáceres, fronteira com a Bolívia/San Matías, e nas áreas federais Parque Nacional do Pantanal/Reserva do Dorochê e Terra Indígena Portal do Encantado.
As ações contam com o apoio de aviões para o despejo de água para diminuir a intensidade das chamas e aumentar a umidade do ar, helicóptero e 11 barcos para a infiltração de equipes, 13 viaturas e caminhões-pipa.
Os incêndios no Pantanal mato-grossense são monitorados com satélites de alta tecnologia para orientar as equipes em campo.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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