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Polícia Civil cumpre 34 mandados judiciais contra traficantes de entorpecentes em oito cidades de MT

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Trinta e quatro mandados judiciais estão em cumprimento pela Polícia Civil, nesta quarta-feira (22.11), na deflagração da Operação Tracker, em vários municípios de Mato Grosso. A investigação é coordenada pela Delegacia de Pontes e Lacerda e visa a desarticulação de uma associação criminosa que atua com o tráfico de entorpecentes em diversas regiões do Estado.

As diligências iniciaram no mês de agosto, após a prisão em flagrante de um casal em Pontes e Lacerda, que transportava mais de dois quilos de cocaína e maconha dentro de um veículo Tracker.

Após análise do aparelho celular do casal, foi constatado que o homem de 31 anos era responsável pela distribuição de entorpecentes em, pelo menos, oito cidades do estado.

Com base nos indícios e evidências de prática criminosa, a Polícia Civil representou pelas medidas cautelares de 18 mandados de prisão e 16 de busca e apreensão domiciliar, deferidos pelo juízo da 4ª Vara Criminal da Comarca de Cáceres, especializada em crimes de tráfico de drogas e lavagem de dinheiro.

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As ordens judiciais foram cumpridas em Cuiabá com dois alvos de busca e prisão; Brasnorte com dois alvos de busca e prisão; Campo Novo dos Parecis com seis alvos de busca e prisão; Cáceres um alvo de busca e prisão; Diamantino um alvo de busca domiciliar; Matupá com um alvo com busca e prisão; Porto Esperidião com três alvos de busca e prisão; e Tangará da Serra com um alvo de busca e prisão.

Além do cumprimento das prisões, as buscas resultaram até o momento na apreensão de armas de fogo em Brasnorte, porções de maconha em Cuiabá e aparelhos celulares em Matupá.

Prisão em flagrante

No dia 4 de agosto, o homem de 31 anos e uma jovem de 22 anos, foram abordados pela Polícia Rodoviária Federal, na Rodovia BR-174, em Pontes e Lacerda.

No veículo do casal, um modelo Chevrolet Tracker, os agentes localizaram mais de 2 quilos de cloridrato de cocaína e porções de haxixe. Ambos foram conduzidos para a Delegacia de Pontes e Lacerda, interrogados e autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas e desobediência.

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A mulher foi colocada em liberdade provisória posteriormente e o homem teve a prisão em flagrante convertida em preventiva.

A Polícia Civil representou pela extração de dados do celular apreendido, descobrindo que o preso operava em várias células e fornecia droga em diversas regiões, principalmente em Campo Novo dos Parecis, Brasnorte, Cuiabá, Porto Esperidião e Cáceres.

Por meio da análise do telefone celular, foram identificados os alvos, com diálogos entre os interlocutores e imagens dos carregamentos de entorpecentes, além de armas de fogo que também estavam sendo comercializadas.

Diante dos fatos apurados, a Polícia Civil representou pelos mandados judiciais, desencadeando na Operação Tracker.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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