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Imagens do Vigia Mais MT auxiliam nas investigações dos homicídios no Shopping Popular

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Câmeras de segurança do programa Vigia Mais MT, da Secretaria de Estado de Segurança Pública (Sesp), estão auxiliando na identificação do suspeito e investigações dos dois homicídios ocorridos no Shopping Popular, em Cuiabá, na manhã desta quinta-feira (23.11).

As câmaras de monitoramento público registraram o suspeito atravessando a Avenida Carmindo de Campos, manuseando algo junto ao corpo, que se supõe ser uma arma de fogo, às 10h38, pouco antes do crime. Também mostram ele em outro ponto da mesma avenida, caminhando sobre a calçada do shopping.Com o conteúdo de monitoramento do Vigia, somado às imagens do sistema interno do próprio shopping, as Polícias Civil e Militar trabalham nas buscas e investigações visando o esclarecimento e a captura do suspeito do crime.

Naquela região, 29 câmeras monitoram a área externa do shopping Popular e todo o entorno, com alcance de 2,5 quilômetros por comércio e moradias. Os equipamentos foram instalados este ano e as imagens são acompanhadas pelo Centro Integrado de Operações de Segurança Pública (Ciosp) e via aplicativo de celular.

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O secretário adjunto de Integração Operacional da Sesp-MT, coronel Fernando Tinoco Carneiro, destaca que esse caso e outras ocorrências registradas no interior reforçam a importância da inserção da tecnologia em prol da segurança pública.

“Lamentamos pelo crime que aconteceu, pela morte de duas pessoas, mas estamos comprovando a importância das câmeras estarem ali. Agora todo o processo de investigação tem provas, imagens que irão servir para uma apuração mais concisa e eficiente. Vai servir para que, de fato, possamos buscar os envolvidos e apresenta-los à justiça, para que possam pagar por seus atos”, diz Cel Fernando.

O secretário adjunto lembra que as imagens capturadas pelas câmaras do Vigia Mais têm um sistema de certificação que as torna provas criminais. Portanto, podem ser anexadas aos processos judiciais como parte do conteúdo de comprovação do crime.

Fonte: Governo MT – MT

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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