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Pedreiro que matou mãe e filhas estava foragido por estupro cometido em setembro

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O suspeito de assassinar mãe e filhas, em Sorriso (397 km de Cuiabá), Gilberto Rodrigues dos Anjos, é acusado de ter estuprado uma mulher em setembro deste ano, em Lucas do Rio Verde (313 km da Capital). Autoridades policiais o classificam como um “predador sexual em série”.

A vítima do estupro em Lucas, de 24 anos, relatou às autoridades policiais, à época, que o homem a teria ameaçado por diversas vezes com uma faca, e ele só não a matou porque uma pessoa chegou na casa na hora do crime, e o assustou. O homem fugiu e até então, era  considerado foragido da Justiça. Segundo as informações da autoridade policial, o suspeito também estava com dois mandados
de prisão em aberto. Gilberto foi preso durante a manhã desta segunda-feira (27), após os corpos das quatro vítimas terem sido encontrados. O homem foi localizado trabalhando em uma obra ao lado da casa das vítimas. Com ele foram encontradas peças de roupas íntimas das vítimas.

Durante interrogatório, ele confessou ter esfaqueado a mãe e duas filhas na sexta-feira (24). Enquanto estavam agonizando, as vítimas teriam sido abusadas sexualmente. As vítimas foram identificadas como Cleci Calvi Cardoso, de 46 anos, Miliane Calvi Cardoso, de 19 anos, Manuela Calvi Cardoso, de 13 anos e Melissa Calvi Cardoso, de 10 anos. A menor de 10 anos foi morta asfixiada. Com ele, foram encontradas peças de roupas íntimas das vítimas. Devido à repercussão do caso, o criminoso precisou ser transferido para uma unidade penitenciária em Sinop.

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Vereador Alex Rodrigues defende criação de comissão permanente para enfrentar aumento da população em situação de rua em Cuiabá

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O vereador Alex Rodrigues participou nesta quarta-feira (03), na Câmara Municipal de Cuiabá, de uma audiência pública destinada a discutir as causas do crescimento da população em situação de rua na capital e cobrar a elaboração de um plano de ação efetivo para enfrentar o problema.

O debate reuniu representantes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, além de integrantes do Ministério Público, Defensoria Pública e entidades da sociedade civil organizada. O objetivo foi promover uma ampla discussão sobre o tema e buscar alternativas para reduzir o número de pessoas vivendo nas ruas da cidade.

Durante a audiência, foram apresentados dados do Cadastro Único para Programas Sociais (CadÚnico), que revelam um aumento expressivo da população em situação de rua em Cuiabá nos últimos anos.

Segundo o levantamento, em 2025 a capital contabilizou 1.783 pessoas vivendo nas ruas. O número representa um crescimento superior a 2.775% em comparação com 2013, quando apenas 62 pessoas estavam registradas nessa condição.

Os dados reforçam a necessidade de políticas públicas integradas envolvendo assistência social, saúde, segurança pública, qualificação profissional e reinserção social.

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Alex Rodrigues propõe comissão permanente

Durante sua participação, o vereador Alex Rodrigues defendeu a criação de uma comissão permanente de enfrentamento à população em situação de rua, com a missão de reunir diferentes órgãos públicos e entidades para construir soluções práticas e duradouras.

Para o parlamentar, é necessário que o debate avance além das discussões institucionais e resulte em medidas efetivas que impactem diretamente a vida das pessoas em situação de vulnerabilidade.

“Essa discussão não pode ficar apenas no plenário. Precisamos transformar o debate em resultados reais nas ruas de Cuiabá, oferecendo dignidade, oportunidades e atendimento adequado para quem mais precisa”, afirmou.

Curitiba é citada como exemplo

Alex Rodrigues também destacou experiências bem-sucedidas desenvolvidas em outras cidades brasileiras. Entre os exemplos mencionados está Curitiba, que vem apresentando resultados positivos por meio de políticas públicas avançadas e ações integradas entre diferentes órgãos governamentais.

Segundo o vereador, Cuiabá pode adaptar iniciativas que já demonstraram eficiência em outras regiões do país, fortalecendo o acolhimento social e ampliando as oportunidades de reinserção para pessoas em situação de rua.

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Ao final da audiência, os participantes defenderam a continuidade do diálogo entre os poderes públicos e a sociedade civil para a construção de estratégias permanentes que contribuam para reduzir o problema e garantir mais dignidade à população vulnerável da capital.

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