MATO GROSSO
Batalhão Ambiental apreende 104 quilos de pescado irregular em Santo Antônio de Leverger
MATO GROSSO
Na fiscalização, dois homens foram presos e multados em R$ 36,8 mil
Policiais militares do Batalhão de Proteção Ambiental (BPMPA) apreenderam 104 quilos de pescado irregular, no final da noite desta quinta-feira (30.11), em Santo Antônio do Leverger. Dois homens, de 35 e 51 anos, foram presos em flagrante por transporte de pescado proibido, e multados em R$ 36,8 mil.
Durante barreira policial montada na rodovia estadual MT-040, a equipe do Batalhão Ambiental realizou abordagem a um veículo Celta prata, ocupado por dois homens. Em vistoria ao carro, foi localizada uma sacola contendo 20 unidades de espécies de Cachara e Pintado com tamanhos muito acima do permitido por lei.
Questionados sobre a procedência do pescado, os suspeitos afirmaram ter comprado os peixes na cidade de Barão de Melgaço, mas não apresentaram nenhum tipo de documentação que comprovasse a legalidade do material.
Diante da situação e do período de pesca proibida pelo defeso da Piracema, os dois homens receberam voz de prisão e foram conduzidos para a Central de Flagrantes de Cuiabá, junto com o pescado apreendido, para registro da ocorrência e ficando à disposição da Polícia Judiciária Civil.
Disque-denúncia
A sociedade pode contribuir com as ações da Polícia Militar de qualquer cidade do Estado, sem precisar se identificar, por meio do 190, ou disque-denúncia 0800.065.3939.
A Sema-MT atende denúncias da população contra crimes ambientais e pescas predatórias pela Ouvidoria, no telefone 0800 065 3838, pelo e-mail ouvidoria@sema.mt.gov.br, pelo WhatsApp (65) 98153-0255 e em suas Unidades Regionais.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0