MATO GROSSO
“Os 313 novos policiais civis estão sendo equipados com a Glock nova, uniformes e tecnologia de ponta”, afirma governador
MATO GROSSO
O novo efetivo concluiu cinco meses de aulas ministradas pela Academia de Polícia Civil (Acadepol). A cerimônia ocorreu no Teatro Zulmira Canavarros, na Assembleia Legislativa de Mato Grosso (ALMT), e celebrou a formação de 177 novos investigadores, além de 119 escrivães e 17 delegados.
“Hoje, a Secretaria de Segurança Pública de Mato Grosso recebe o maior orçamento entre todas as secretarias estaduais. Os 313 novos policiais civis que tomam posse, estão sendo equipados com a Glock, que é a arma mais moderna do mundo, além de equipamentos, uniformes, coletes e tecnologia que poucos estados brasileiros possuem”, afirmou o governador.
Mauro também relembrou o contexto vivido pelos servidores da Segurança Pública antes de 2019, e destacou os avanços realizados recentemente na área.
“Há pouco tempo atrás, até 2018, as nossas forças de segurança conheceram uma dura e triste realidade. Viram o salário atrasar, o 13º atrasar, as viaturas paradas por falta de combustível e a sociedade chegar à iminência do caos. Graças aos nossos esforços em reduzir a burocracia e de atingir o equilíbrio fiscal, conseguimos mudar essa realidade a partir de 2019. E hoje estamos aqui nomeando mais 313 funcionários da segurança para colocar à disposição do bem-estar da sociedade”, disse.
O governador parabenizou os formandos pela conquista, diante de 333 mil concorrentes inscritos no concurso público, e reafirmou seu compromisso com as forças de segurança.
“Todos os dias nós pensamos em mecanismos para que possamos cumprir nosso papel como gestores públicos. Iremos trabalhar para garantir a vocês as melhores condições para desempenhar a importante missão de garantir um estado mais seguro para nossos pais, filhos e familiares”, finalizou.
Os recém-formados vão atuar na recomposição do efetivo em 13 regionais da PJC em Mato Grosso: Água Boa, Alto Araguaia, Barra do Garças, Cáceres, Pontes e Lacerda, Nova Mutum, Sinop, Rondonópolis, Primavera do Leste, Confresa, Alta Floresta, Juína e Tangará da Serra.
Participaram da solenidade de formatura: o secretário de Estado de Segurança Pública (Sesp), César Augusto Roveri; a delegada-geral da Polícia Civil, Daniela Maidel; o presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso, deputado Eduardo Botelho; além de demais autoridades e secretários adjuntos da Sesp.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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