MATO GROSSO
Governo pagará gratificação anual por eficiência a servidores da educação no próximo dia 20
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Para a concessão do benefício, serão investidos R$ 244,4 milhões.
O secretário de Estado de Educação, Alan Porto, ressalta que essa iniciativa do governador Mauro Mendes é inédita no país e que apenas o servidor que bater as metas irá receber neste mês.
“As regras são claras. É preciso ter assiduidade durante todo o ano letivo, fazer 200 horas mínimas de formação continuada ofertada pela Seduc, contribuir com a diminuição da evasão escolar, além de garantir o sucesso da recuperação da aprendizagem”, afirmou.
Ele explicou que essa ação faz parte da Política de Valorização Profissional, que faz parte do Plano EducAção 10 Anos, cuja meta é colocar a Rede Estadual de Ensino entre as cinco redes públicas mais bem avaliadas no país até 2032. “Isso é inédito no país. Mato Grosso segue dando exemplo de como valorizar os trabalhadores da educação, sem exceção. Todos os servidores poderão receber a GR, desde que cumprido o que foi estabelecido”, reforçou.
O secretário observa que, se cada escola cumprir a meta de avanços em 15%, a rede estadual já terá garantido a colocação entre as cinco mais bem avaliadas no país até 2032. “Esse resultado pode acontecer já, mas planejamos para atingir em médio e longo prazo. Para que isso ocorra, o Governo do Estado tem incentivado nos quatro parâmetros já citados”, explicou.
De acordo com o secretário, dentre os pontos que tratam da gratificação estão o enfrentamento à evasão escolar, além do estímulo aos profissionais da educação nos esforços para o cumprimento das metas com a contribuição efetiva da assiduidade no âmbito da Seduc, garantindo o princípio da equidade e mérito.
“É importante que cada profissional da educação saiba como está sua pontuação individual. Um ponto importante é que, caso o servidor não concorde com sua formação ou carga horária, ele poderá questionar via Sigadoc (Sistema Estadual de Produção e Gestão de Documentos Digitais) e encaminhar para a Diretoria Regional de Educação (DRE) do seu polo solicitando revisão dos processos”, esclareceu.
O servidor já pode, inclusive, consultar o valor que terá para receber. Basta acessar o site da Seduc, inserir o número da matrícula e os cursos que foram ofertados na plataforma Ambiente Virtual de Aprendizagem e Desenvolvimento Profissional (Avadep).
Automaticamente, o sistema fará a contagem de pontos dentro de formação e da rotina de trabalho no dia a dia. Por fim, o sistema irá gerar o valor estimado que o servidor irá receber como gratificação. “Quem seguir todos os passos definidos pela Lei Complementar nº 756, vai receber a gratificação”, finalizou Alan Porto.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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