MATO GROSSO
Seduc dá posse a 2,5 mil novos gestores para atuarem nas 647 escolas de Mato Grosso
MATO GROSSO
Diretores, coordenadores pedagógicos e secretários escolares tomaram posse, na noite desta quinta-feira (04.01), para atuarem no quadriênio 2024-2028 nas escolas estaduais de Mato Grosso. Ao todo são 2.500 gestores escolares, aprovados em processo seletivo, que iniciam as atividades no dia 5 de fevereiro, quando começa o ano letivo de 2024.
Os profissionais passaram por diversas formações para contribuírem com a gestão escolar e o aprendizado dos estudantes, e vão atuar nas 647 escolas de Mato Grosso.
O governador Mauro Mendes relembrou sua trajetória na escola pública, destacou os investimentos realizados pelo Governo e ressaltou seu compromisso com a Educação.
“Eu fiquei muito feliz com a posse desses profissionais que estarão nos próximos anos tocando a Educação em parceria com a gente. Tenho muita expectativa com Seduc e sei que iremos fazer dela uma das maiores do país. Me sinto honrado porque, nesses momentos, me lembro do meu pai e da minha mãe, que acabou partindo sem nem saber escrever o próprio nome. Mas sei que de onde ela está, ela está vendo a grande valorização que nós temos dado para nossos alunos. Vocês podem ter certeza que, de tudo que nós estamos fazendo e iremos fazer ao longo desses anos, o que vai me dar mais orgulho serão os resultados que nós iremos construir na educação”, discursou.
Durante a solenidade, o secretário de Estado de Educação, Alan Porto, apresentou dados que mostraram um avanço de 28,4% no Indicador do Processo de Ensino e Aprendizagem (IPEA-MT) dos dois últimos anos, e estabeleceu uma nova meta para 2024, como parte do plano Educação 10 anos, que tem como objetivo colocar a educação pública de Mato Grosso entre as cinco melhores do país.
Novos gestores
Juliana Santos foi uma das empossadas na noite de quinta-feira, e irá atuar como diretora da Escola Estadual Nova Galiléia, em Colíder. Ela reconheceu os desafios de fazer parte da gestão escolar, ela afirmou estar grata pela oportunidade. “É um momento histórico para mim, pois é minha primeira vez como diretora e será bem desafiador. Porém, estou cheia de expectativas e também muito alegre por ter conquistado essa oportunidade”, disse.
Vagna Fernandes, que assumiu como diretora na Escola Estadual Dom Bosco, em Alta Floresta, avaliou que a proposta de organizar um evento de posse para todos os profissionais foi uma ideia inovadora e memorável, já que em outros momentos que também teve oportunidade de participar da gestão de uma escola, tomou posse no mesmo município do colégio. “Isso demonstra que o Estado tem preocupado em valorizar os profissionais e reconhecer a importância que cada um tem dentro do processo”, pontuou.
Já Joelma Rodrigues, que será secretária na Escola Barão de Melgaço, em Cuiabá, disse que também é sua primeira vez na gestão escolar, e parabenizou o Governo do Estado por proporcionar que todos os profissionais tivessem a chance de concorrer a uma vaga através de processo seletivo. “Com isso, vemos que o Estado se preocupa em colocar pessoas que de fato tenham conhecimento para atuar dentro do ambiente escolar”, ressaltou.
A solenidade contou com a presença de secretários de Estado, senadores e deputados estaduais e federais. O evento foi finalizado com uma palestra da campeã mundial do basquetebol brasileiro Hortência Marcari.
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
-
MATO GROSSO5 dias atrásDesequilíbrio de Poder e o Papel do Senado
-
MATO GROSSO5 dias atrásEmpresária de MT leva modelo de urbanismo de Primavera do Leste a debate internacional em São Paulo
-
MATO GROSSO4 dias atrásItaipava é a cerveja oficial da Turnê “Histórias” 2026
-
MATO GROSSO3 dias atrásJovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação