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Corpo de Bombeiros atendeu mais de 63,6 mil ocorrências em todo o Estado

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O Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso atendeu 63.651 ocorrências ao longo de 2023, um aumento de 8% se comparado com 2022, quando foram registradas 58.569 ocorrências. O maior número de atendimentos realizados foi na área pré-hospitalar, com mais de 40 mil ocorrências em todo o Estado.

“Mais de 63 mil atendimentos em um ano é sinônimo de eficiência, graças aos investimentos que o Governo de Mato Grosso tem feito em nossa corporação desde o início da atual gestão. O Corpo de Bombeiros de 2018 não é o mesmo de 2024. Hoje somos uma instituição com uma estrutura robusta e homens altamente equipamentos”, afirma o comandante-geral dos Bombeiros, coronel Alessandro Borges.

Na área pré-hospitalar, um dos atendimentos mais marcantes aconteceu em novembro, quando uma criança engasgada foi salva pelo tenente-coronel Marco Aires, comandante do Batalhão de Emergências Ambientais.

Na ocasião, o militar estava no primeiro piso do Batalhão, em uma ligação, quando avistou uma mulher saindo de um veículo em desespero, com uma bebê em seus braços, que apresentava sinais de asfixia. Ele pegou a criança no colo e iniciou a manobra de Heimlich, uma técnica de primeiros socorros utilizada em casos de emergência por engasgo. Após algumas tentativas, o oficial teve sucesso no desengasgo da criança.

“No momento, tive frieza e tranquilidade para realizar a manobra de desobstrução das vias aéreas da criança, restabelecendo sua respiração e tranquilizando a todos que a levaram no quartel”, contou o bombeiro militar.

Entre todos os atendimentos pré-hospitalares realizados em 2023, 22,6% foram referentes a acidentes de trânsito, o equivalente a 14,5 mil. Desse total, 10,6 mil são acidentes com motocicleta e 2 mil são com automóveis, enquanto o restante envolveu bicicletas, caminhões, caminhonetes, ônibus e pedestres.

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Proteção, Busca e Salvamento

Ao longo de 2023, mais de 8,5 mil atendimentos de Proteção, Busca e Salvamento foram realizados em Mato Grosso. Um dos principais casos atendidos pela corporação foi em janeiro, quando um homem que se perdeu em uma região de mata em Guiratinga (a 328 km de Cuiabá).

Foram dois dias de buscas, com auxílio de um cão farejador. A vítima foi encontrada com vida e não necessitou de atendimento médico, ficando aos cuidados dos familiares.

Já em setembro, o Corpo de Bombeiros resgatou um homem que ficou preso em um elevador, no quarto andar de um prédio em Lucas do Rio Verde (a 331 km de Cuiabá). O fato aconteceu após uma queda de energia elétrica, gerando o travamento total do elevador.

Mais da metade das ocorrências de Proteção, Busca e Salvamento, 4,7 mil, foram com animais agressivos ou em locais de risco, como a cadela que havia se perdido na serra da região do Rio do Peixe, zona rural do município de Alto Araguaia (a 422 km de Cuiabá). O animal estava preso em uma fenda de rocha a 45 metros de altura, sem conseguir sair do local.

A operação de resgate, que durou cerca de quatro horas, contou com drone para descobrir o local exato em que a cadela estava. Após o resgate, o animal foi entregue aos cuidados do tutor, saudável e sem ferimentos.

Outra ocorrência que se destacou foi o resgate de uma jaguatirica na garagem de uma residência do bairro São Gonçalo, em Cuiabá. O animal foi resgatado com apoio da equipe do oficial de área e ferramentas de captura, e foi encaminhado em segurança para a polícia ambiental, para devida avaliação médica e providências.

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Combate a incêndios

No ano passado, foram 6,1 mil atendimentos de combate a incêndios em diversas áreas: aeronave, edificação ou instalação, embarcação, lixo ou entulho, produto perigoso, vegetação, veículo terrestre e outros.

Em junho de 2023, o Corpo de Bombeiros extinguiu um incêndio de grandes proporções em um frigorífico em Diamantino (a 255 km de Cuiabá). Foram empenhados 17 bombeiros, três viaturas de combate aos incêndios e caminhonetes. Não houve vítimas.

Posteriormente, em julho, em uma ação rápida, uma equipe extinguiu um princípio de incêndio em silo com grãos de soja, em Tapurah (a 404 km de Cuiabá), garantindo a preservação de 270 mil sacas da mercadoria.

Já entre outubro e novembro do ano passado, os Bombeiros, juntamente co a Defesa Civil e o Centro Integrado de Operações Aéreas (CIOPAer), se dividiram em oito frentes para combater os incêndios florestais no Pantanal mato-grossense. Foram 120 homens empenhados, além de três aviões, helicóptero, 11 barcos e 13 caminhonetes para o deslocamento das equipes.

O combate a incêndios florestais em 2023 contou com o investimento de R$ 38 milhões, de um total de R$ 72 milhões destinados para o combate de crimes ambientais.

Outras ocorrências

Em 2023, o Corpo de Bombeiros também atendeu 519 ocorrências de emergência com produtos perigosos. A corporação também realizou 8,2 mil atividades comunitárias, como a prevenção em eventos em geral e palestras.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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