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Nova Xavantina celebra 44 anos de emancipação com shows nacionais na 3ª edição da Exponova

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No próximo mês de abril, o município de Nova Xavantina comemora 44 anos desde sua emancipação política e administrativa, ocorrida em 1980 quando foi desmembrado de Barra do Garças.

Estrategicamente localizada às margens da BR-158 e banhada pelo lendário Rio das Mortes, a cidade é um constante pulsar de sentimentos mistos, celebrando avanços e conquistas, enquanto busca melhorias em diversas áreas, com especial apelo pela geração de empregos, uma preocupação latente na jornada de sobrevivência de sua população.

De acordo com o censo de 2022 do IBGE, Nova Xavantina conta com uma população de 24.345 habitantes.

Apesar de sua beleza natural e rica cultura, a renda per capita é baixa, e os indicadores sociais apresentam desafios.

A comunidade, contudo, não deixa de se unir para celebrar e reivindicar melhorias em sua cidade.

Entre os dias 10 e 13 de abril, a prefeitura promove a 3ª edição da Exponova, um evento que conta com o apoio cultural do Governo de Mato Grosso e da Associação Exponova.

O prefeito João Bang anunciou a participação de nomes consagrados da música sertaneja, garantindo a animação do público.

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Nomes como Raí Saia Rodada, Matogrosso & Mathias, Humberto e Ronaldo, e Diego e Victor Hugo já foram confirmados para o palco da Exponova.

Esta edição da Exponova, que antecede o aniversário da cidade, terá portões abertos, um presente tanto para os habitantes locais quanto para os visitantes.

A Exponova não apenas celebra a história de Nova Xavantina, mas também destaca a cultura local e oferece entretenimento de qualidade.

Com a participação de artistas renomados, a festa promete ser um momento inesquecível para todos, reforçando o espírito vibrante e acolhedor da comunidade xavantinense.

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Queda de 27,5% no preço do suíno vivo em 2026 acende alerta para crise no setor em Mato Grosso

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A suinocultura de Mato Grosso enfrenta um momento de forte pressão econômica em 2026. Levantamento realizado pela Bolsa de Suínos da Associação dos Criadores de Suínos de Mato Grosso (Acrismat), indica uma queda expressiva no preço pago ao produtor, sem que essa redução seja percebida pelo consumidor final nos supermercados e açougues.

De acordo com a Acrismat, em janeiro deste ano o quilo do suíno vivo era comercializado a R$ 8,00. Nesta semana, o valor caiu para R$ 5,80 — uma redução de 27,5%. Trata-se do menor patamar registrado desde 25 de abril de 2024, quando o preço estava em R$ 5,60 por quilo.

Apesar da queda significativa tanto no preço do suíno vivo quanto da carcaça, o movimento não tem sido acompanhado pelo varejo. Segundo o setor produtivo, os preços da carne suína em supermercados e açougues permanecem elevados, o que impede que o consumidor final se beneficie da redução.

Outro ponto de preocupação é o aumento dos custos de produção. Atualmente, o suinocultor mato-grossense acumula prejuízo estimado em cerca de R$ 60,00 por animal enviado para abate, o que compromete a sustentabilidade da atividade.

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O presidente da Acrismat, Frederico Tannure Filho, destaca a necessidade de maior equilíbrio na cadeia produtiva e faz um apelo ao setor varejista:

“Estamos observando uma queda de aproximadamente 30% no preço do suíno vivo e também na carcaça, mas isso não está sendo repassado ao consumidor. É importante que o varejo acompanhe esse movimento, reduzindo os preços na ponta. Dessa forma, conseguimos estimular o consumo de carne suína e, ao mesmo tempo, amenizar os impactos enfrentados pelos produtores”, afirma.

A entidade reforça que a redução no preço ao consumidor pode contribuir para o aumento da demanda, ajudando a reequilibrar o mercado e minimizar os prejuízos no campo. A Acrismat também pede apoio e conscientização dos elos da cadeia para atravessar o atual momento de crise no setor.

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