POLÍCIA
Polícia Militar lamenta morte do sargento Djalma Aparecido da Silva
POLÍCIA
É com profundo pesar que a Polícia Militar de Mato Grosso informa o falecimento do segundo-sargento Djalma Aparecido da Silva, de 47 anos, ocorrido na tarde desta segunda-feira (22.01), em Pedra Preta.
O militar foi morto a tiros enquanto realizava uma caminhada, nas proximidades do ginásio poliesportivo da cidade. Imediatamente, as forças de segurança iniciaram trabalho de diligências e estão em busca dos suspeitos do crime. O policiamento da região foi reforçado por equipes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) e Rondas Ostensivas Tático Móvel (Rotam) e o caso também está sendo investigado pela Polícia Civil.
O sargento Djalma era natural da cidade de Glória de Dourados, no Mato Grosso do Sul, e ingressou na corporação em 2003. Atualmente, estava lotado no 1º Pelotão de PM de Alto Garças, pertencente ao 4º Comando Regional, e residia em Pedra Preta.
O comandante-geral da PMMT, coronel Alexandre Corrêa Mendes, lamentou o brutal assassinato do policial militar e transmitiu as mais sinceras condolências aos familiares do sargento, bem como aos colegas de farda e amigos, que enfrentam esta dolorosa perda.
“Hoje somos chamados a dor de perder um irmão de farda. A PMMT se despede de uma parte de si. Prestamos no presente momento a devida assistência aos familiares, assim como reforçamos o apoio humano e logístico aos policias militares lotados na cidade de Pedra Preta e região”, afirmou.
O velório do sargento Djalma está ocorrendo na Câmara Municipal de Pedra Preta, com sepultamento previsto a partir de 16h30, no cemitério municipal da cidade.
Fonte: PM MT – MT
MATO GROSSO
Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado
A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.
Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.
A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.
O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.
Investigação
Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.
As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.
As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.
Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.
Reaver veículo e desistência de ação
De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.
Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.
As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.
Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.