MATO GROSSO
Mulher morre; marido e filha ficam feridos após carro bater contra ônibus na BR-060
MATO GROSSO
Uma mulher de 36 anos morreu após bater o carro contra um ônibus do transporte coletivo na BR-060, na região das Chácaras Anhanguera, na saída para Guapó, Região Metropolitana de Goiânia. De acordo com o Corpo de Bombeiros, o marido e a filha da vítima foram encaminhados para um hospital da capital.
A Viação Reunidas, concessionária que faz parte da empresa Rede Metropolitana de Transportes Coletivos (RedMob) informou que o motorista do ônibus trafegava pela rodovia atrás de uma carreta e em um determinado momento ela reduziu a velocidade para realizar uma conversão à direita. Devido a isso, o condutor do ônibus também reduziu a velocidade.
Após isso, o motorista sentiu o impacto de um carro colidindo na traseira do ônibus, empurrando-o por alguns metros devido ao forte impacto da colisão.
Segundo os bombeiros, dentro do carro estava Renata Cavalcante de Souza, o seu marido, que é um policial militar de 35 anos, e a sua filha. A equipe informou que as vítimas foram levadas para o Hospital Estadual de Urgências Governador Otávio Lage de Siqueira (Hugol).
Os militares disseram que Renata morreu no hospital devido as múltiplas fraturas. Segundo o boletim de saúde do Hugol, o militar segue em estado de saúde geral regular, consciente e respira sem ajuda de aparelhos. O quadro de saúde da filha do PM não foi divulgado.
A Viação Reunidas disse que “lamenta o ocorrido e que está à disposição das autoridades para os esclarecimentos que se fizerem necessários”.
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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