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Livros de escritores regionais são lançados com apoio de edital do Governo do Estado

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O investimento do Governo de Mato Grosso para o incentivo à produção literária está dando resultados. Dois livros de escritores regionais foram finalizados, com recursos do Edital Estevão de Mendonça de Incentivo à Literatura Mato-Grossense, da Secretaria de Estado de Cultura, Esporte e Lazer (Secel-MT). Ao todo, foram destinados R$ 2 milhões para a criação, publicação e fomento à leitura pelo edital.

Uma das obras é o livro ‘Metamorfose’, do escritor Édson Ceretta, que será lançada na próxima sexta-feira (1º.03), às 19h30, na Biblioteca Municipal Rachid Mamed, em Rondonópolis. Com 22 contos inéditos, divididos em duas partes, o livro traz temáticas como mistério, aventura, suspense e humor. Édson é autor de outras obras, como ‘À Sombra do 13’, ‘Crisântemo Verde’, ‘Coletânea Aterrorizante’ e ‘Coletânea Poética’.

Outro livro finalizado com recursos do Edital Estevão de Mendonça de Mendonça é ‘Meu zeloso guardador’, escrito por Dilson César Devides e ilustrado por Luis Napoli, e que será lançado oficialmente, mas já está disponível para ser adquirido AQUI. A obra foi inspirada na filha do autor e marca a estreia dele na literatura infantil.

A obra narra a história de uma menina que tinha muito medo, e, devastada por este sentimento, muitas vezes se sentia irritada, desconfiada ou indiferente. Até que, em uma noite, ela lembra do anjo da guarda, que era mencionado pela mãe para confortar seu coração. Assim nasce ‘Meu zeloso guardador’, com uma personagem que tinha medo de dormir e que acordava assustada à noite, sendo consolada pelo sentimento de segurança trazido pela figura do seu anjo protetor.

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“Acredito que os editais sejam de suma importância para a cultura de modo geral, pois dão chance de projetos saírem do papel. Sem este apoio, muita coisa ficaria engavetada para sempre”, destaca o autor, que escreveu o livro em 2003 e só agora conseguiu publicar.

O lançamento do livro está previsto para ocorrer em dois momentos, em Barra do Garças e Pontal do Araguaia, e as datas ainda serão definidas.

O Edital também prevê ações de contrapartida para os autores, visando ampliar o acesso das obras literárias para a população. Entre elas estão a doação de exemplares, incluindo obras com tradução em Braille ou transcrição em áudio, para que a Secel possa distribuir a bibliotecas públicas cadastradas no Estado. Outras atividades são palestras e rodas de conversa entre os escritores e público geral.

Oficina de Criação Literária e Livro Eletrônico

Também realizada com recursos do Edital Estevão de Mendonça de Incentivo à Literatura Mato-Grossense, a Oficina de Criação Literária e Livro Eletrônico oferece conteúdos online para quem busca técnicas de escrita e formatação de livros.

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Conduzida pelo poeta mato-grossense e produtor cultural Alexandre Rauh, a capacitação começou em janeiro e finaliza nesta quinta-feira (29.02). Entre os temas abordados estão criação literária, publicação de livros, diagramação no Canva, tradução literária, escrita criativa e poemas, livros online no Google Docs, projetos de captação de recursos, registro e publicação em plataformas online, além de bate-papo com autores.

Todo conteúdo por ser acessado no YouTube.

Edital de Literatura

O Edital Estevão de Mendonça de Mendonça de Incentivo à Literatura Mato-Grossense foi lançado em 2022 e contou com R$ 2 milhões distribuídos em 67 projetos de criação (incentivo a novos autores), publicação de livros e fomento à leitura (contação de histórias, formação de mediadores e de escritores).

Em 2023, foi lançado o Edital Prêmio Literatura Mato Grosso dentro do leque de seleções públicas viabilizadas com recursos da Lei Paulo Gustavo. A edição conta com R$ 1 milhão de recursos para reimpressão ou reedição de 20 obras de autores mato-grossenses.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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