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Polícia Civil prende autores de furtos em quatro empresas e recupera produtos subtraídos

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Dois criminosos envolvidos em furtos sequenciais ocorridos em quatro empresas instaladas em galerias comerciais em Várzea Grande foram presos em flagrante pela Polícia Civil, na terça-feira (26.02), em rápida ação dos policiais da Delegacia Especializada de Roubos e Furtos de Várzea Grande (Derf-VG). Além da prisão dos autores, a ação resultou na recuperação dos objetos subtraídos das empresas.

Entre os estabelecimentos alvos da ação dos criminosos, estão uma lavanderia e uma empresa de turismos instalados em uma galeria no bairro Jardim Glória e uma clínica de massoterapia e um diretório político, localizados em outra galeria empresarial no centro de Várzea Grande.

Os quatro furtos ocorreram na madrugada de terça-feira (26) quando os criminosos arrombaram as salas comerciais e subtraíram diversos equipamentos como aparelhos de TV, notebooks, tabletes, compressor para bota pneumática, aparelho de ultrassom, entre outros objetos das empresas.

Assim que foi acionada dos fatos, a equipe de investigadores da Derf-VG iniciou as investigações e por meio das imagens de câmera de segurança dos locais foi possível constatar que os furtos, apesar de terem ocorrido em locais distintos, foram praticados pelos mesmos criminosos, que estavam em um veículo Fiat Pálio de cor vermelha.

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Com base na informação, os policiais conseguiram chegar a um dos suspeitos, que confessou o envolvimento no crime junto a mais dois comparsas. Questionado, ele revelou que foi o responsável por dar suporte aos outros dois criminosos os levando e auxiliando na fuga dos locais dos furtos. Na casa do suspeito, foi apreendido um notebook produto de furto ocorrido no dia 19 de fevereiro em outra empresa da cidade.

Após a prisão do primeiro envolvido, os policiais continuaram as diligências conseguindo chegar ao segundo suspeito que também confessou a prática dos quatro furtos. Com ele, estava um terceiro suspeito, que negou a participação nos furtos, porém havia emprestado a sua chave pix para recebimento de valores oriundos de golpes.

Indagado sobre os produtos furtados das empresas, o preso disse que ficou com o terceiro envolvido nos crimes, que ficou responsável por esconder os objetos em uma residência desocupada, de propriedade de sua família, no bairro Goiabeiras em Cuiabá.

Os policiais seguiram até o endereço indicado, onde encontraram grande parte dos produtos furtados das empresas, incluindo um aparelho de ultrassom e um compressor de bota pneumática avaliado em R$ 12 mil. O terceiro suspeito, responsável pela ocultação dos produtos na residência não foi localizado.

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Todo material encontrado na casa foi apreendido e os dois envolvidos nos furtos foram conduzidos à Derf-VG, onde após serem interrogados pela delegada Elaine Fernandes de Souza, foram autuados em flagrante pelos crimes de furto majorado pelo repouso noturno e qualificado pelo rompimento de obstáculo, concurso de pessoas e receptação.

Fonte: Policia Civil MT – MT

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Operação Prende Suspeitos de Envolvimento em Ataques a Casa e Escritório de Advogado

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A Delegacia da Polícia Civil de Lucas do Rio Verde deflagrou a Operação Contra Impetum para cumprir nove mandados judiciais, nesta quinta-feira (16.1), contra integrantes de uma facção criminosa envolvidos no ataque à casa e escritório de um advogado e a uma empresa da cidade.

Estão em cumprimento seis ordens de prisão e três de buscas e apreensões empregando um efetivo de policiais civis da região, com apoio da Gerência de Operações Especiais da Polícia Civil.

A operação é uma contrarresposta da Polícia Civil aos ataques ordenados por membros da facção criminosa contra três locais em Lucas do Rio Verde. Os mandados foram deferidos pelo juízo da 5a Vara Criminal de Sinop, de combate ao crime organizado.

O primeiro ataque ocorreu no dia 1° de novembro contra a sede de uma empresa agrícola. O segundo foi registrado na noite de dois de novembro, contra o escritório do advogado. No dia seguinte, a residência do profissional foi também alvo de disparos de arma de fogo.

Investigação

Com o início das diligências investigativas, a equipe da Delegacia de Lucas do Rio Verde apurou que na data anterior aos ataques ao escritório e casa do advogado, a sede de uma empresa agrícola na cidade também foi alvo de disparos de arma de fogo.

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As investigações apontaram que os ataques foram ordenados por dois integrantes de uma facção, identificados no inquérito policial, e executados por cinco outros criminosos ligados ao grupo. Um dos líderes da facção chegou a enviar mensagens ao advogado dizendo que o profissional teria que ‘devolver’ um veículo, recebido como pagamento de honorários. O empresário também recebeu ameaças por mensagens.

As diligências identificaram os autores dos ataques, sendo um deles preso no decorrer da investigação. Conforme a apuração, os executores afirmaram que o ataque ao escritório era ‘pra dar um susto no advogado’, pois o profissional estaria, supostamente, dando golpe em clientes. A Polícia Civil também identificou a outra dupla que fez os disparos que atingiram a casa do advogado.

Em relação ao ataque à empresa agrícola, a investigação apurou que os disparos foram ordenados por duas pessoas contra quem o empresário havia ajuizado uma ação sobre a disputa de um imóvel em Lucas do Rio Verde. Após a vítima entrar com a ação, passou a receber ameaças.

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Reaver veículo e desistência de ação

De acordo com a apuração, o advogado atuou na defesa de duas pessoas presas em flagrante em outra ocorrência. Como pagamento pelos honorários, ele havia recebido um veículo.

Contudo, o cliente tentou reaver o veículo, mesmo sem pagar os honorários combinados. Em uma das oportunidades, o cliente teria saído do escritório do advogado afirmando que resolveria a situação de uma forma ou de outra.

As informações reunidas na investigação indicaram que o cliente defendido pelo advogado fez contato com os criminosos que lideram a facção em Lucas do Rio Verde e pediu que empregassem alguma ação para fazer o advogado devolver o veículo usando, para tal fim, qualquer meio violento.

Além disso, o mesmo investigado também pediu aos criminosos que empregassem uso de violência contra o empresário para forçá-lo a desistir da ação judicial em andamento. Diante dos pedidos criminosos, os líderes da facção recrutaram os cinco suspeitos identificados na investigação para fazer os disparos contra os três locais.

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