Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Botelho assegura apoio aos agentes de materiais recicláveis

Publicados

MATO GROSSO

Acompanhada da defensora pública Kelly Christina Veras Otácio Monteiro, uma comitiva formada por agentes de materiais recicláveis recebeu apoio do deputado Eduardo Botelho, presidente da Assembleia Legislativa de Mato Grosso – ALMT, para viabilizar cursos de capacitação técnica. Elas também reivindicaram, nesta terça-feira (19), na Presidência da ALMT emendas para aquisição de equipamentos como prensa e empilhadeira.

Botelho anunciou a realização de uma sessão especial, em data a ser divulgada, para entrega de Moção de Aplausos às agentes ambientais, que trabalham com materiais recicláveis. A homenagem foi solicitada pela primeira-dama do Legislativo, Sônia Meira Botelho.

A presidente da Cooperativa de Trabalho, União de Catadores de Materiais Recicláveis de Cuiabá – Coopunião, Andressa Rocha Brasil Gomes, reuniu todas as solicitações no Ofício 05/2024, entregue ao deputado. “Os maquinários: empilhadeira e a prensa, poderemos melhorar a produção do material reciclável. Retiramos 10, 5 toneladas desses materiais somente em Cuiabá. Com as máquinas que solicitamos para deputado Botelho dobraremos a produção”, explicou Andressa Brasil.

Os pedidos foram bem recebidos pelo presidente da Casa de Leis. “A Assembleia Legislativa está à disposição de todos vocês. Podemos trabalhar emendas estadual e federal para garantir a compra de equipamentos”, afirma Botelho.

Leia Também:  Seduc participa de seminário sobre a importância do ensino na primeira infância

Solicitações diversas

A Cooperativa Chapadense de Materiais Recicláveis – Coopchamar, de Chapada dos Guimarães, que conta com 18 associados, quer viabilizar apoio para a Educação Ambiental. “Queremos apoio com campanhas de conscientização à população”, disse a presidente Kelen Aparecida Cunha Galvão.

Angélica Araújo de Souza implantou o sistema de coleta seletiva em Porto dos Gaúchos e Novo Horizonte do Norte. Uma inovação que possibilita a coleta de 10 toneladas de material reciclável por mês. “Para melhorar o nosso trabalho precisamos de equipamentos e de um barracão”, destacou a agente.

Da mesma forma, a Cooperativa dos Catadores do Pedra 90 – Coorepan, onde 20 cooperados atuam, as necessidades também são semelhantes. Os agentes reforçam o descarte correto dos materiais, que geram renda e protegem o meio ambiente.

Apoio do Poder Público

O ‘Lixão de Cuiabá’ foi desativado, em 2022. O local foi desativado após 25 anos de funcionamento porque estava acima da capacidade permitida. Em Cuiabá foi construído o Eco Parque Pantanal, novo aterro sanitário, no bairro Pedra 90. Os agentes ambientais buscam apoio para se restabelecerem.

A situação é acompanhada por um comitê interinstitucional, que tem entre os membros, a defensora pública Kelly Christina. Objetivo é viabilizar cursos de capacitação para que trabalhem em cooperativas.

Leia Também:  Procon de Cuiabá oferta dez vagas de estágio para estudantes de Direito

“O deputado assegurou apoio necessário para que essas trabalhadoras sejam devidamente capacitadas e se organizem em cooperativa. Parabenizo Botelho por ter esse olhar para essa categoria da população, porque a atitude de se colocar à disposição já é um avanço. Nem todas as portas são abertas o tempo todo para a gente, ainda que eles sejam defendidos pela Defensoria, pelo Ministério Público, pela OAB”, explicou a defensora.

Ela esclareceu que o processo de fechamento do Lixão de Cuiabá envolveu a Defensoria Pública, o Ministério Público, a OAB, as secretarias municipais e a Prefeitura de Cuiabá. Força-tarefa que originou na aprovação de um projeto de lei na Câmara Municipal para que fossem amparados com a indenização de um salário mínimo, durante 24 meses. 255 agentes foram contemplados nesse projeto.  “Estamos ainda no processo de formação da cooperativa para os egressos do lixão”, afirmou Kelly Christina, ao destacar a parceria também com professores da Unemat, no projeto para a consolidação da cooperativa.

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

Publicados

em

Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

Leia Também:  Emanuel coloca ‘ordem’ na briga de secretários e manda recado; veja vídeo

O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA