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Assistência técnica da Empaer oportuniza à cooperativa acesso a contrato para fornecer alimento via PAA

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Com assistência técnica da Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer), a Cooperativa Luverdense de Agricultores Familiares (Cooperlaf), formalizou o contrato de compra e venda e doação simultânea de alimentos provenientes da Agricultura Familiar, com a Secretaria de Agricultura e Meio Ambiente de Lucas do Rio Verde. O contrato foi feito  via Companhia Nacional de Abastecimento (Conab), por meio do Programa de Aquisição de Alimentos (PAA). 

O recurso proporcionará a diversificação de 21 alimentos, entre verduras, frutas e legumes. A assinatura do documento contou com a presença de representantes de todas as instituições envolvidas e aconteceu durante o Show Safra, na terça-feira (19.03), em Lucas do Rio Verde (a 354 km de Cuiabá).
O valor de R$ 237 mil será executado no prazo de 12 meses na compra de mantimentos através da Cooperlaf, que atenderá as famílias em vulnerabilidade social, por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social e Habitação, cadastradas nos programas sociais específicos do CRAS.
 
O presidente da Cooperlaf, Altamir Zilioto Júnior, destacou o protagonismo da Empaer no processo, pois sem o acompanhamento não seria possível a cooperativa estar à frente no fornecimento de alimentos como banana, mandioca, maracujá, tomate, pepino, abóbora e entre outros. “Tudo que o produtor deseja é ter a segurança que irá plantar e terá para quem vender. A Empaer tem feito toda a diferença e está sendo fundamental neste trabalho”, reforça ele.  
 
A técnica da Empaer Juliana de Avelas explica que é prestado assessoramento e assistência técnica à cooperativa desde sua fundação. Ela destaca que buscar fontes de recursos que ampliam o desenvolvimento também fez parte desse assessoramento. “Tomamos conhecimento do edital, apresentamos a gestão municipal e produzimos o projeto que foi analisado e aprovado. Agora, vamos acompanhar a execução enquanto responsáveis pela articulação das entregas e prestação de contas por parte da Cooperlaf junto a Conab”.
 
“Esse ato hoje é muito importante, porque nós compraremos os produtos dos nossos produtores, e destinar às famílias que realmente precisam, é uma parceria que deu certo”, explicou o secretário Municipal de Agricultura e Meio Ambiente, Paulo Nunes.
 
A secretária Municipal de Assistência Social e Habitação, Janice Ribeiro, disse que é através do CRAS que são escolhidas as famílias para receber os benefícios. “Outras tantas famílias serão beneficiadas e nós conseguiremos disponibilizar uma cesta com produtos naturais para elas e esse cuidado de entregar produtos fresquinhos, fora do convencional das cestas, deixa as famílias ainda mais felizes e nós também”, ponderou.
 
“Esse programa leva alimento na mesa de famílias que precisam, nós fazemos a aquisições de produtores rurais, para incentivar a comercialização dos agricultores, e levando alimento saudável para todos e de qualidade”, finalizou o diretor do Conab, Thiago dos Santos.

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Fonte: Governo MT – MT

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“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia

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Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.

A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.

“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.

Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.

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O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.

Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.

O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.

Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0

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