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Detran-MT orienta sobre os cuidados para uma viagem segura durante o feriado

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O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) orienta os motoristas sobre os cuidados com a manutenção dos veículos antes de pegarem as estradas neste feriado da Semana Santa e Páscoa, para melhorar a conduta segura e percepção de riscos nas vias. 

“Fatores relacionados à desatenção e excesso de velocidade são as principais causas de sinistros nas rodovias. Os motoristas devem estar cientes desse cenário de imprudência e desatenção quando saírem de casa para viajar em feriados prolongados. É necessário redobrar os cuidados para ter uma viagem tranquila e segura”, explica a coordenadora de Ações Educativas de Trânsito do Detran-MT, Gresiella Almeida.

De acordo com a coordenadora, a principal recomendação aos motoristas é que só peguem a estrada se estiverem descansados e com o sono em dia.

“Quando não dormimos o suficiente, temos dificuldade de concentração, cansaço e uma percepção visual distorcida. Quando dirigimos nessas condições, aumentam os riscos de um sinistro de trânsito porque a nossa capacidade de reação a situações externas, como neblina, fumaça de queimadas, chuva, obras e má conservação na pista, ficam comprometidas”, explica.

Ela destaca que a obediência às leis de trânsito, como respeito aos limites de velocidade, às regras de ultrapassagem e a distância adequada em relação ao veículo da frente, por exemplo, podem evitar uma série de acidentes.

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Confira algumas dicas e cuidados para aproveitar seu feriado sem correr perigos desnecessários:

Evite problemas mecânicos

Faça a manutenção regular do seu veículo e, antes de sair para pegar a estrada no feriado, observe se itens básicos de segurança estão funcionando, como freios, faróis, setas, limpadores e lanternas.

“Não viaje com pneus carecas, calibre os pneus e o estepe antes de sair. Cheque os níveis de água e óleo e verifique se macaco, triângulo e estepe estão no veículo. Esses cuidados podem evitar acidentes provocados por falhas mecânicas”, aponta Ademar Carlos Schultz, gerente de Vistoria do Detran-MT.

“São pequenos detalhes que podem fazer toda diferença quando deparamos em situações que podem culminar em um sinistro de trânsito”, ressalta o gerente.

Transporte de crianças e pets

Ao transportar criança no veículo, é necessário utilizar o bebê conforto para crianças de até um ano de idade e até 13 k; cadeirinha, para crianças de 1 a 4 anos e que tenham entre 9 e 18 quilos; e o assento de elevação, para crianças com idades entre 4 e 7 anos e meio, que não tenham atingido 1,45m de altura e tenham peso entre 15 e 36 quilos.

Para as crianças com mais de 7 anos e meio até 10 anos de idade e que ainda não tenham atingido 1,45 m de altura o transporte deve ser realizado no banco traseiro utilizando o cinto de segurança.

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No caso de motos, a lei traz a proibição do transporte de criança menor de 10 anos ou sem condições de cuidar da própria segurança.

Se for transportar animais como cães e gatos, estes devem estar de peitoral e guia adaptada ou caixas específicas de transporte individuais para fixação ao veículo. Dessa forma, em uma possível frenagem mais brusca, o bichinho não será lançado contra as partes internas do veículo ou até mesmo contra o condutor.

Atenção também na volta

Essas regras não valem apenas para a viagem de ida. Os cuidados devem ser redobrados também no retorno da viagem, onde os acidentes podem ser ainda mais frequentes.

“Nem sempre o feriado é sinônimo de descanso. Por isso, na noite anterior ao retorno, evite o consumo de bebida alcoólica, pois tem efeitos tardios no nosso organismo. O ideal é não descuidar da hidratação e garantir uma boa noite de sono. Se beber, não dirija”, finaliza a coordenadora de Ações Educativas.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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