MATO GROSSO
Governo de Mato Grosso cria modalidade de estágio para estudantes do ensino médio técnico
MATO GROSSO
O Programa é destinado a estudantes matriculados e com frequência efetiva em cursos regulares de nível médio integrado ou realizado concomitantemente a um técnico profissionalizante.
De acordo com levantamento da Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MT), atualmente, Mato Grosso tem 12.514 estudantes matriculados no ensino médio técnico profissionalizante.
Até então, o programa de estágio da administração pública direta e indireta do Poder Executivo de Mato Grosso previa as modalidades de estágio para estudantes do ensino médio, de graduação e pós-graduação.
“O programa de estágio visa incentivar a inserção de jovens estudantes no mercado de trabalho, para que ao concluírem o ensino médio técnico, eles possam chegar ao mercado já com uma experiência profissional prévia”, destacou o secretário de Planejamento e Gestão, Basílio Bezerra.
O decreto que institui o programa também reajusta o valor da bolsa mensal paga aos estagiários, que passa a ser de R$ 709,24 para nível médio, R$ 1.059,24 para nível médio técnico profissionalizante, R$ 1.304,24 para nível superior, e R$ 2.209,24 mil para pós-graduação, já com auxílio transporte. O reajuste passa a ser implementado na folha de abril de 2024.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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