MATO GROSSO
Mais de 500 pessoas subiram o morro de Santo Antônio na Semana Santa
MATO GROSSO
De acordo com o gerente do Morro de Santo Antônio, Sady Ferraz Andrade, o percurso até o monumento natural, que tem mais de 300 metros de altura, já é considerado tradicional para centenas de fiéis, que fazem a peregrinação anualmente.
Conforme o gestor, todos os anos a equipe coordenadora da Unidade de Conservação Estadual, que é responsabilidade da Secretaria de Estado de Meio (Sema-MT), se prepara para a grande quantidade de pessoas que sobem o morro.
“Sempre recebemos diversas pessoas que sobem o morro, principalmente na Sexta-feira santa e no Sábado de Aleluia, para momentos de reflexão e oração. Tivemos o apoio do Corpo de Bombeiros, Polícia Militar e da equipe da Secretaria de Saúde do município, como forma de garantir segurança da população. Foi muito satisfatório acompanhar”, falou Sady.![]()
A Gerência do Parque disponibilizou banheiros químicos à população, e montou, como o apoio da comunidade, uma feira de artesanato com produtos feitos por agricultores da região, como uma forma de valorizar os produtores e cultura local.
Claudineia Bueno de 33 anos, uma das pessoas que subiu o morro no Sábado de Aleluia, afirmou que o momento foi importante para se conectar com sua fé.
“Para mim foi muito importante para me conectar mais com Deus, pois, apesar de Deus ser onipresente, a paz e a tranquilidade que têm lá em cima nos aproxima ainda mais do Senhor. Foi maravilhoso, uma experiência única”, avaliou.![]()
No mês de março, a Gerência do Morro de Santo Antônio da Sema coordenou um mutirão de limpeza no monumento natural como uma ação social para receber os devotos durante a Semana Santa. Cerca de 250 pessoas participaram da ação.
Autorização para subir o Morro
Localizado no município de Santo Antônio de Leverger, o Morro de Santo Antônio é um dos pontos turísticos mais conhecidos de Mato Grosso e oferece um espaço ideal para quem é adepto a trilhas e atividades ao ar livre.
O morro é uma Unidade de Conservação Estadual da categoria de Proteção Integral e que está localizado no bioma Pantanal. Gerenciada pela Sema, é necessário autorização do órgão ambiental para subida na área de 258 hectares.
Para visitação, os interessados deverão fazer agendamento prévio, com 48 horas de antecedência, através do canal de protocolo geral da Sema.
Para agendar é preciso entrar em contato pelo (65) 3613-7345 ou e-mail para o endereço protocolo@sema.mt.gov.br.
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
“Começamos com R$ 300”: Bioilha transforma iniciativa simples em negócio de impacto na Amazônia
Toda história de negócio tem um ponto de partida, e, no caso da Bioilha, ele foi simples, possível e cheio de vontade de fazer acontecer. Com apenas R$ 300 e muita iniciativa, Vanessa Barbosa e Danielly Leite deram início a um projeto que, sem grandes pretensões no começo, acabou se tornando uma referência de empreendedorismo conectado à Amazônia.
A história da Bioilha começa de maneira muito real, sem grandes planejamentos ou estrutura pronta. “A gente começou com R$ 300”, conta Danielly, lembrando o início de tudo. Mais do que um valor, a frase representa coragem, tentativa e a vontade de fazer acontecer com o que estava ao alcance naquele momento.
“No começo, nem existia a intenção de criar uma empresa. A iniciativa nasceu da rotina, das experiências vividas e da percepção de que havia espaço para algo novo. A gente não começou pensando em empresa”, explica Danielly, destacando que o negócio surgiu naturalmente, acompanhando as oportunidades que apareciam pelo caminho.
Com o tempo, o interesse das pessoas foi crescendo, e junto dele veio a necessidade de organizar melhor o trabalho. “A gente foi percebendo que aquilo podia ir além”, lembra Vanessa, ao falar sobre o momento em que a iniciativa deixou de ser algo pontual e passou a ganhar proporção maior.
O crescimento trouxe desafios, aprendizados e muitas adaptações. Segundo Danielly, foi preciso estudar, buscar conhecimento e estruturar processos para acompanhar essa nova fase. “A gente precisou aprender enquanto fazia”, afirma.
Mais do que expandir, a preocupação das fundadoras sempre esteve ligada às pessoas e ao território amazônico. “Quando a gente cresce, não cresce sozinho”, comenta Danielly, ao falar sobre o trabalho desenvolvido junto às comunidades.
O bate-papo com as empreendedoras está disponível na segunda temporada do Biodiversa Podcast. Na conversa, conduzida pela apresentadora Nélia Ruffeil, elas compartilham a trajetória da marca, os aprendizados ao longo do caminho e os projetos pensados para o futuro da Bioilha. O episódio já está disponível nas principais plataformas de streaming.
Episódio já disponível: https://www.youtube.com/watch?v=Su8gdUEzHGI&pp=ygUSYmlvZGl2ZXJzYSBwb2RjYXN0
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