Search
Close this search box.
CUIABÁ

MATO GROSSO

Mutirão de Cidadania da Setasc passará por diversos bairros de Cuiabá no mês de abril

Publicados

MATO GROSSO

A Secretaria de Estado de Assistência Social e Cidadania (Setasc) retomou os Mutirões de Cidadania, ação idealizada pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes, nesta sexta-feira (05.04), em Cuiabá. A Associação Alfas Guerreiras da Fé, localizada no bairro Jardim Industriário, foi a primeira entidade a receber as ações, que seguirão durante todo o mês de abril. 

O mutirão contou com a equipe técnica na realização dos serviços de plastificação de documentos e emissão de segunda via de certidões. O diferencial deste ano nos mutirões são as inscrições abertas para a próxima edição do Casamento Abençoado, que será realizado este ano na Capital. 

“Os mutirões são extremamente importantes, muitas pessoas ainda têm dificuldades em sair de perto de onde moram para ter acesso a alguns serviços. E essa é nossa missão, estar mais próximos da população. O que pode parecer simples para alguns acaba tornando-se dificuldade para outros, essa empatia das políticas públicas com a população faz uma diferença enorme na vida do cidadão”, disse Virginia Mendes.

A secretária da Setasc, Grasi Bugalho, declarou a satisfação em retomar os mutirões, em especial, com a facilidade das pessoas se inscreverem para o Casamento Abençoado. 

Leia Também:  Governo de Mato Grosso investe R$ 2,5 bilhões em Cuiabá em obras de infraestrutura, saúde, educação e segurança

“É com muita alegria que estamos voltando com os serviços de cidadania nos mutirões, em mais uma ação do Governo de Mato Grosso, juntamente com a primeira-dama, Virginia Mendes. Hoje estamos na Associação Alfa Guerreiras da Fé, com a querida missionária Adriana, que comanda e auxilia tantas pessoas que necessitam. Desta vez, estamos com o diferencial das inscrições para o Casamento Abençoado e aguardamos todos, que queiram oficializar a sua união para se inscreverem”, afirmou a secretária.


 

Lucimara Sampaio, moradora do bairro Pedregal, que ficou sabendo do mutirão por uma amiga, disse que saiu de casa bem cedo para ser uma das primeiras pessoas a serem atendidas no mutirão. 

“Eu estou aqui desde às 06h30. Aproveitei que o meu esposo viria trabalhar e vim com ele. Já pedi a segunda via da minha certidão de nascimento e a dele também, fiz a plastificação de documentos e também a nossa inscrição para o Casamento Abençoado. Fiquei muito feliz por ter esse mutirão porque eu não teria condições de pagar a segunda via das certidões e muito melhor, pagar o cartório para casar. Isso aqui é uma benção pra gente”, afirmou.


 

Leia Também:  Homem é preso pela PM com sete tabletes de cocaína em Aripuanã

A missionária Adriana Souza, que gere a Associação Alfa Guerreiras da Fé, agradeceu pela ação idealizada pela primeira-dama, Virginia Mendes, que segundo ela, nunca deixou de atender ao chamado daqueles que mais necessitam. 

“Ela sempre nos estende as mãos quando precisamos. Que Deus a abençoe para que continue com esse trabalho tão lindo que ela faz em prol das pessoas que mais precisam. É só olhar tantas coisas que ela já fez pela população. Seja com doação de cestas, mutirões e o Programa SER Família. Sou muito grata por tudo o que ela tem feito”, disse a missionária emocionada. 
 

Mutirão de Cidadania

O Mutirão de Cidadania da Setasc passará por diversos bairros durante o mês de abril, em Cuiabá. Na próxima terça-feira (09) o mutirão será realizado na Associação de Moradores do bairro Ouro Fino. ¿

Fonte: Governo MT – MT

COMENTE ABAIXO:
Propaganda

MATO GROSSO

Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

Publicados

em

Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

Leia Também:  Homem é preso pela PM com sete tabletes de cocaína em Aripuanã

Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

Leia Também:  Assistência do Governo de MT garante R$ 214 milhões em crédito rural a agricultores familiares

O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

COMENTE ABAIXO:
Continue lendo

CUIABÁ

VÁRZEA GRANDE

MATO GROSSO

POLÍCIA

MAIS LIDAS DA SEMANA