MATO GROSSO
Nos 305 anos de Cuiabá, primeira-dama de MT destaca investimentos sociais e programas para população
MATO GROSSO
Os investimentos sociais do Governo de Mato Grosso têm desempenhado um papel importante na promoção do bem-estar e desenvolvimento da comunidade. São mais de R$ 99 milhões de investimentos na capital.
As ações contam com o trabalho voluntário da primeira-dama Virginia Mendes, responsável por idealizar programas e projetos sociais, por meio da Unidade de Ações Sociais e Atenção à Família (UNAF), que são executadas pela Secretaria de Estado de Ação Social e Cidadania (Setasc).![]()
Virginia Mendes explica que além dos benefícios por meio dos auxílios e entregas de cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza, o maior benefício é o acesso da população aos cursos de qualificação profissional, por meio do programa SER Família Capacita.
“Em Cuiabá, mais de 600 profissionais já foram formados. Quando pensei no formato do programa SER Família, também imaginei uma forma das pessoas terem novas perspectivas, porque a ideia é que cada vez menos pessoas dependam de auxílios”.
Ela lembrou que em 2019, foi convidada para articular a execução do projeto da Delegacia 24 Horas da Mulher. “Fui convidada pela desembargadora Maria Erotides para esse desafio. O projeto estava há 10 anos esperando por uma ação. Não foi fácil, mas conseguimos”, disse Virginia Mendes.![]()
Na segurança e no combate aos crimes de violência doméstica e feminicídio, Virginia Mendes desenvolveu o programa SER Família Mulher com o auxílio moradia no valor de R$ 600, às mulheres sob medida protetiva com renda de até 1/3 do salário mínimo, modelo para a aprovação da Lei Federal auxílio-aluguel. “Pelo menos 167 mulheres de Cuiabá já estão sendo atendidas com o programa. Vale ressaltar que o programa também conta com o apoio do SER Família Capacita, para que as vítimas possam ter uma vida digna e oportunidades”, ressaltou Virginia Mendes.
O cofinanciamento é um recurso imprescindível para o planejamento de projetos sociais nos municípios e está em dia no município. Com a participação da primeira-dama do Estado junto ao Governo do Estado, em 2019, eram R$ 6 milhões e em 2023 saltou para R$ 28 milhões, um reajuste de mais de 300%. O recurso é dividido entre os municípios. Conforme o balanço da Setasc, até o início deste ano, já foram repassados para a gestão municipal R$ 15.676.833,20 para aplicar em projetos sociais.
Virginia Mendes também lembrou da época que atuou como primeira-dama do município entre os anos 2013 e 2016. Uma das ações que ela recorda e que marcou sua passagem na prefeitura foi o projeto Siminina. “Em 2013, eram apenas 143 meninas, e as atividades não eram tão atrativas. Graças a uma equipe maravilhosa e voluntários comprometidos, conseguimos dar uma nova roupagem ao projeto, que ao final da gestão somava pouco mais de 1.500 meninas. Sinto saudades”, contou Virginia Mendes.
A primeira-dama do Estado ressalta que muito ainda precisa ser feito. “Sou cuiabana, meus filhos são cuiabanos, Mauro é cuiabano de coração. Amamos nossa gente e desejamos o melhor para essa cidade que anseia por respeito e carinho. Muito ainda precisa ser feito, mas vamos nos apegar à esperança por dias melhores. Parabéns, Cuiabá!”, desejou.![]()
Confira outros programas sociais
Todas as ações na capital são desenvolvidas por meio da Setasc, essa foi a forma eficaz que o Governo do Estado encontrou para garantir o atendimento à população. ![]()
Em Cuiabá, desde 2019 até o primeiro trimestre de 2024, as comunidades são atendidas com os programas: SER Família Emergencial, extinto em dezembro de 2022; Vem SER Mais Solidários, com as cestas de alimentos e kits de higiene e limpeza; Cestas de Natal; SER Família Aconchego; cartões: SER Família, SER Família Criança, SER Família Idoso, SER Família Inclusivo, SER Família Indígena; garantia da Segurança Alimentar por meio do Restaurante Prato Popular, com a distribuição de marmitas para a população em situação de rua, e ainda o atendimento no restaurante; Carteira do Autista; Casamento Abençoado; Atendimento às pessoas surdas; Entrega de brinquedos e doces no Natal; Páscoa Abençoada; Entrega de bengalas e regletes; CNH Social e o aluguel social.![]()
Fonte: Governo MT – MT
MATO GROSSO
Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação
Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.
Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.
Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.
À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.
O ponto de inflexão ocorre em 2025.
O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.
A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.
Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.
Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.
Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.
A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.
Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.
Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.
O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.
Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.
Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.
Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.
Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.
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