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Governo de MT inaugura nova sede do Batalhão da Força Tática em Cuiabá; investimento é de R$ 9,5 milhões

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O Governo de Mato Grosso inaugurou, nesta terça-feira (09.04), o novo prédio da Força Tática do 1º Comando Regional da Polícia Militar, em Cuiabá. A sede, localizada no bairro CPA 2, foi reconstruída em uma área de 11 mil metros quadrados e conta com estrutura moderna, com espaço para capacitação e treinamento das forças policiais para o atendimento das ocorrências.  O investimento total foi de R$ 9,5 milhões.

Durante o discurso de inauguração do novo prédio da Força Tática, o governador Mauro Mendes relembrou os desafios no início da gestão, com o Estado defasado e falta de recursos para garantir o abastecimento de viaturas policiais, e enalteceu os diversos investimentos realizados pela gestão nos últimos cinco anos, em todas as áreas, como na Saúde, Educação e Segurança, com construções de unidades mais modernas e equipadas para melhor atender a população da Baixada Cuiabana e no interior.

“Esta é mais uma entrega entre tantas outras que faremos até o meu último dia na condição de governador. Mato Grosso é, seguramente, o Estado que consegue fazer o maior pacote de investimentos do país. Trabalho, seriedade e honestidade na aplicação do dinheiro público, é isso que faz a diferença. Estamos fazendo a nossa parte, que é investindo corretamente o dinheiro público, melhorando condições de trabalho dos servidores e fazendo o que é o nosso dever. Esse Estado é um exemplo de um Brasil que dá certo”, afirmou.

O secretário de Estado de Segurança Pública, coronel PM César Augusto Roveri, também ressaltou os importantes investimentos do Governo nos últimos anos para reforçar a Segurança Pública em Mato Grosso. Ele destacou a entrega de armamentos, viaturas, e equipamentos modernos e fardas para todas as unidades de segurança, seja Polícia Militar, Polícia Judiciária Civil, Corpo de Bombeiros Militar, Sistema Penitenciário e Perícia Oficial e Identificação Técnica (Politec).

“A realidade da Segurança Pública na atual gestão é muito diferente dos demais Estados. Essa é uma obra padrão do governo Mauro Mendes e assim temos feito em todas as instituições de segurança e no Sistema Penitenciário. Estamos fazendo com que todas as instituições avancem e que os profissionais da segurança pública tenham dignidade no seu local de trabalho, e isso se transmite no bom atendimento da população”, ponderou.

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O comandante-geral da Polícia Militar, coronel Alexandre Corrêa Mendes, declarou que essa inauguração representa o cumprimento do trabalho do governador Mauro Mendes em investimentos na Polícia Militar de Mato Grosso. O comandante-geral ainda ressaltou que o novo prédio da Força Tática também será um espaço dedicado para o treinamento e qualificação dos profissionais da Segurança Pública.

“Temos toda uma estrutura de treinamento adequada para que os policiais militares da Força Tática de Cuiabá e do interior do Estado possam se qualificar e trabalhar com mais dignidade, oferecendo melhor serviço para sociedade mato-grossense. Somente na atual gestão, estamos sendo agraciados com muitas entregas na Capital e no interior”, comemorou.

O secretário-chefe da Casa Civil, Fábio Garcia, destacou que essa inauguração representa, acima de tudo, uma forma de combater o crime organizado no Estado com a preparação, qualificação e treinamento dos policiais militares, em especial os da Força Tática, em situações de ocorrências de alta complexidade.

“Essa é uma das obras de maior qualidade que já fizemos no Estado e é mais uma prova do compromisso do investimento do Governo do Estado na Segurança Pública. O que talvez seja o mais complexo e importante desafio do país é a guerra contra o crime organizado, e se não trabalharmos firmemente em leis mais duras e preparo dos profissionais, teremos ainda mais dificuldades futuramente. Parabéns, governador Mauro Mendes, coronéis Roveri e Alexandre Mendes pelo empenho, trabalho e dedicação”, afirmou.

O deputado estadual Cláudio Sena também esteve presente na solenidade e agradeceu ao governador Mauro Mendes pelos investimentos realizados na Segurança Pública.

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“Aos 19 anos também fui policial e sei muito bem a realidade que muitos passam. Estamos acompanhando o que o governador vem realizando na segurança e o que vemos hoje é um exemplo de Governo, não apenas para o Estado mas também todo o país. Tenho amigos de outros Estados me parabenizando por termos Mauro Mendes como governador”, ressaltou.

A comandante da unidade, tenente-coronel Susane Tamanho, definiu a entrega da nova sede como “a realização de um sonho” para a unidade.

“É uma satisfação celebrar a inauguração dessa unidade. Muito mais que os R$ 9,5 milhões de grande investimento, aqui também existem sonhos e vontades de uma tropa aguerrida e destemida que se prontificam dia e noite, sacrificando a própria vida para defender a sociedade de bem”, finalizou a comandante.

A Força Tática do 1º Comando Regional é sediada em Cuiabá e existe como companhia policial desde o ano de 2020. Atualmente, possui em seu efetivo cerca de 80 policiais militares, que são responsáveis pelo policiamento tático e ostensivo da Capital e também das cidades da baixada cuiabana, como Chapada dos Guimarães, Santo Antônio do Leverger, Barão de Melgaço, Nova Brasilândia e Planalto da Serra.

Também estiveram presentes na solenidade os secretários de Estado: coronel PM Grasielle Bugalho (Assistência Social e Cidadania), Basílio Bezerra (Planejamento e Gestão), e Rogério Gallo (Fazenda); o chefe da Casa Militar, tenente-coronel PM, Fernando Turbino; o secretário-adjunto de Segurança, coronel PM Heverton Mourett; o secretário-adjunto de Integração Operacional, coronel PM Cláudio Carneiro; o secretário-adjunto de Administração Penitenciária, Jean Gonçalves; o diretor-geral Politec, Rubens Okada; o subchefe de Estado-Maior Geral da PMMT, coronel José Nildo de Oliveira, entre demais autoridade.

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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