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Prêmios do Nota MT vão beneficiar associação de catadores, abrigo animal e outras 169 instituições

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O sorteio do programa Nota MT, realizado pela Secretaria de Fazenda de Mato Grosso (Sefaz) na última quinta-feira (11.04), referente às notas fiscais de março, irá beneficiar 171 entidades sociais de Mato Grosso, indicadas pelos ganhadores dos prêmios, com o valor de total de R$ 180 mil. 

Uma das entidades, escolhida por uma das ganhadoras do prêmio de R$ 100 mil, é a Associação de Catadores de Materiais Reutilizáveis e Recicláveis – Mato Grosso Sustentável (ASMATS) de Várzea Grande. Por essa indicação, a instituição receberá R$20 mil. O valor soma-se à doação de outros premiados neste sorteio  e chega a R$ 20.600,00.

Segundo a presidente da Associação, Icleide de Jesus Basília, que é catadora do lixão de Várzea Grande e vive do trabalho de reciclagem há mais de 30 anos, o recurso vai ajudar exponencialmente a pequena instituição, e será destinado à compra de materiais que serão utilizados na infraestrutura do barracão que a associação está montando para desenvolver os trabalhos de seleção do lixo reciclável.

“Esse dinheiro veio em uma boa hora! Na minha cabeça, já veio o nosso barracão completo. Estamos alugando um espaço e sempre precisa de alguma coisa para trabalharmos, porque não temos nada, um freezer, uma geladeira, fogão, nós não temos nada! Vamos ter muita coisa para fazer com esse dinheiro”, contou.

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O resultado desse sorteio também irá ajudar a Associação Mato-grossense Voz Animal (AVAMT), que trabalha no acolhimento e amparo aos animais abandonados. Ela será beneficiada com R$ 11 mil pelas indicações dos premiados nessa edição do sorteio.

“Ficamos felizes em receber essas indicações e gostaria de dizer, para cada um que nos ajuda, que o dinheiro é aplicado no abrigo com muita austeridade e responsabilidade”, declarou a presidente da associação, Maria das Dores Gonçalves da Silva

A associação existe há 20 anos e atua resgatando, abrigando, tratando, castrando, vacinando e realizando doações de animais abandonados.  

De acordo com a presidente, os recursos recebidos através do Programa Nota MT contribuem para o pagamento de despesas como folha de pagamento, compras de vacinas, realização dos exames laboratoriais para os animais abrigados, despesas em clínicas veterinárias, bem como na manutenção do abrigo.

A Associação de Amigos da Criança com Câncer de Mato Grosso (AACC) é a instituição social mais indicada pelos usuários do Nota MT e, nos quatro anos de programa, já foi beneficiada com o valor total de R$ 1.610.100,00, sendo R$ 18.400,00 apenas desse último sorteio, Mensal de Março, realizado na quinta-feira.

De acordo com o presidente, Claudemir Ferreira da Silva, esses valores contribuem para os trabalhos realizados no bem-estar das famílias que vêm para Cuiabá em busca de tratamento para as crianças.

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“Esse recurso que recebemos do Nota MT ao longo dos últimos cinco anos foi um presente de Deus. A sociedade foi usada por Deus para nos contemplar como beneficiários e somos muito gratos”, relata o presidente da entidade.

A instituição possui uma estrutura com 40 leitos, que são usados para hospedar gratuitamente crianças em tratamento de câncer juntamente com um acompanhante. Ela atende pacientes que moram no interior de Mato Grosso, em outros estados e até vindos de outros países.

A jovem Emily, de 19 anos, que mora no município de Novo Mundo, é uma das assistida pela associação desde 2021. Para mãe dela, Adriana Campos, que a acompanha no tratamento em Cuiabá, a entidade oferece além do apoio da infraestrutura, também o suporte emocional.

“É uma instituição que depende de ajuda, aqui tudo é doação, e somente quem passa, quem vive essa caminhada do câncer, sabe o quanto é difícil e o quanto é necessário ter esse acolhimento”, afirma a mãe de Emily.

Desde o início do programa, o Nota MT já contribuiu com 243 entidades sociais do Estado, que foram indicadas pelos ganhadores, tendo sido repassados o valor total de R$ 7.662.700,00.

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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