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Governador entrega casas do SER Família Habitação, asfalto novo e pontes em cinco municípios de MT

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O governador Mauro Mendes cumpre agenda, nesta sexta-feira e sábado (19 e 20.04), em Juara, Juína, Castanheira, Juruena e Aripuanã, onde vai entregar casas populares do SER Família Habitação, asfalto novo, pontes, escrituras de imóveis, vistoriar obras e anunciar a instalação de câmeras do programa Vigia Mais MT e de lâmpadas de LED do programa MT Iluminado.

O primeiro município será Juara, nesta sexta-feira (19), às 08h30, com a vistoria à obra de construção da Escola Técnica Estadual. Em seguida, às 09h15, o governador faz a entrega dos asfaltos novos das Avenidas Rio Arinos, Alves Bezerra e do bairro Porto Seguro. Às 10h será a inauguração do Escritório Regional de Saúde e, às 11h30, a entrega de 46 km de asfalto novo da MT-325 Rodovia do Jaú. 

No período da tarde, às 14h30, Mauro Mendes chega em Juína para vistoriar as obras do novo Hospital Regional e de asfalto novo no bairro Módulo 5.  Nesse local terá atendimento à imprensa. Às 16h, o governador fará a entrega de casas populares do SER Família Habitação, programa idealizado pela primeira-dama de Mato Grosso, Virginia Mendes. 

A partir das 17h, será a entrega de escrituras de imóveis e o anúncio da instalação de câmeras do programa Vigia Mais MT e de lâmpadas de LED do programa MT Iluminado. À noite, Mauro Mendes participa, a partir das 19h, da posse da diretoria do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de MT. 

No sábado, a agenda do governador começa às 7h em Castanheira, onde fará vistoria à obra de construção do ginásio poliesportivo, que é feita em parceria com a Prefeitura. Às 7h30 entrega as obras de recuperação de 42,3 km de asfalto da MT-170 e, às 10h, visitará o frigorífico da BMG Foods no município. 

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Também no período da manhã, o governador chega à Juruena às 10h30 para inaugurar o asfalto novo na MT-170. Em seguida, às 10h45, entregará os asfaltamentos nos bairros Cidade Alta e Bela Vista. Às 11h15, Mauro Mendes participará de um encontro com autoridades no Parque de Exposições do município.

O governador chega em Aripuanã às 14h30 e inaugura a Ponte Rio Natal, localizada na MT-208. Às 14h45, entrega o asfalto novo em 41,6 km da MT-208 e, às 15h15, a unidade descentralizada da Secretaria de Estado de Meio Ambiente. Mauro Mendes encerra a agenda no município às 15h45, com a entrega da Ponte Rio Aripuanã, localizada na MT-208.

Agenda 

Sexta-feira (19.04)

Juara
8h – Chegada em Juara
8h30 – Vistoria à obra de construção da Escola Técnica Estadual e entrevista à imprensa
9h15 – Entrega do asfalto novo na Avenida Rio Arinos
9h30 – Entrega do asfalto novo na Avenida Alves Bezerra
9h45 – Entrega do asfalto novo no bairro Porto Seguro
10h – Entrega do Escritório Regional de Saúde
10h45 – Entrevista para a TV Record Amplitude
11h30 – Inauguração de 46 km de asfalto novo da MT-325 (Rodovia do Jaú), no Salão da Igreja na Comunidade Jaú

Juína
14h – Chegada em Juína
14h30 – Vistoria às obras do novo Hospital Regional e Atendimento à imprensa no local
15h30 – Vistoria às obras de asfalto novo no bairro Módulo 5
16h – Entrega de casas populares do SER Família Habitação no Residencial São Tarcísio, bairro Módulo 6
17h – Entrega de escrituras de imóveis, anúncio de instalação de câmeras do Programa Vigia Mais MT e de lâmpadas de LED do MT Iluminado, assinatura do contrato para reforma da unidade da Sema no município, liberação de R$ 1,5 milhão para melhorias no Parque Lagoa das Garças. Essa agenda será na CDL Juína
19h – Participação na posse da diretoria do Sindicato das Indústrias Madeireiras e Moveleiras do Noroeste de MT, no CTG

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Sábado (20.04)

Em Juína
6h – Entrevista para Rádio Band FM Juína

Castanheira
7h – Chegada em Castanheira, vistoria à obra de construção de ginásio poliesportivo em parceria com a prefeitura
7h30 – Entrega da recuperação de 42,3 km de asfalto na MT-170
10h – Visita ao frigorífico da BMG Foods
Juruena
10h30 – Chegada em Juruena, inauguração de asfalto novo na MT-170
10h45 – Entrega de asfalto novo no bairro Cidade Alta
11h – Entrega do asfalto novo no bairro Bela Vista
11h15 – Encontro com autoridades no Parque de Exposições

Aripuanã
14h30 – Chegada em Aripuanã, inauguração da Ponte Rio Natal (51m), na MT-208
14h45 – Entrega do asfalto novo em 41,6 km da MT-208
15h15 – Entrega da unidade descentralizada da Sema
15h45 – Entrega da Ponte Rio Aripuanã (240m), na MT-208
16h30 – Retorno para Cuiabá

Fonte: Governo MT – MT

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Jovem CEO prioriza soluções de mercado, rejeita a recuperação judicial e lidera reestruturação milionária no agro em MT: país acompanha sua atuação

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Em Sapezal, um dos principais polos do agronegócio brasileiro, a trajetória recente do Grupo Rotta ultrapassa os limites de uma reestruturação empresarial comum. Ela se insere em um contexto nacional marcado por um fenômeno crescente: a intensificação dos pedidos de recuperação judicial no agronegócio brasileiro, impulsionados por ciclos de alta alavancagem, volatilidade de preços das commodities, elevação do custo de crédito e oscilações cambiais.

Nesse cenário, em que muitos agentes do setor têm recorrido ao Judiciário como mecanismo imediato de reorganização financeira, a condução adotada pelo Grupo Rotta representa uma ruptura relevante de paradigma.

Fundado em 1979, o GRUPO ROTTA consolidou sua atuação na produção de soja, algodão, milho e pecuária, estruturando-se ao longo de décadas com base em escala, eficiência produtiva e suporte técnico especializado. Trata-se de uma empresa que construiu sua relevância no campo, mas que, como tantas outras no Brasil, passou a enfrentar os efeitos de um ambiente macroeconômico adverso.

À frente desse momento decisivo está ANDRÉ ROTTA, CEO, executivo de terceira geração, cuja formação se deu dentro do próprio negócio, especialmente na área comercial, com atuação direta na negociação de grãos, formação de preços e gestão de vendas, experiência que lhe conferiu não apenas leitura prática de mercado, mas também elevada capacidade de condução de negociações complexas com bancos, credores e fornecedores, desenvolvendo sensibilidade estratégica e habilidade de articulação essenciais para a tomada de decisões em cenários de pressão e reestruturação.

O ponto de inflexão ocorre em 2025.

O grupo operava sob forte estresse financeiro: compressão de caixa, elevado nível de endividamento e risco concreto de ingresso em recuperação judicial. Este é, hoje, o retrato de diversas empresas do agronegócio brasileiro, que, diante desse quadro, têm optado por judicializar suas crises como primeira alternativa.

A decisão de André Rotta, contudo, seguiu direção oposta e é justamente aí que reside a relevância de sua atuação. Pois, ao invés de aderir ao movimento que se dissemina no país, o Jovem CEO estabeleceu uma diretriz clara dentro do grupo: a recuperação judicial não seria utilizada como solução inicial, mas apenas como último recurso, após o esgotamento de todas as alternativas possíveis no âmbito negocial e de mercado.

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Essa posição revela não apenas prudência, mas também elevada maturidade estratégica, sobretudo por partir de um jovem de apenas 24 anos, André Rotta, filho de Anilson Rotta e Cirnele Bezerra Rotta, cuja atuação demonstra clareza decisória, responsabilidade e visão de longo prazo incomuns para a sua idade.
A recuperação judicial, embora seja um instrumento legítimo previsto na legislação brasileira, carrega efeitos estruturais significativos: impacta a confiança dos credores, fragiliza relações comerciais, altera a percepção de risco do mercado e, muitas vezes, restringe o acesso a novas fontes de financiamento. No agronegócio setor altamente dependente de crédito, confiança e fluxo contínuo de insumos e comercialização —esses efeitos tendem a ser ainda mais sensíveis.

Com essa leitura, a gestão liderada por André Rotta priorizou a preservação da credibilidade institucional do grupo, mantendo diálogo ativo com credores, evitando rupturas e afastando o ambiente de insegurança que, via de regra, acompanha empresas em recuperação judicial.

Foi nesse contexto que se estruturou uma operação de FIAGRO na ordem de R$ 190 milhões, utilizando o mercado de capitais como instrumento de reequilíbrio financeiro. A operação não apenas garantiu liquidez imediata, como possibilitou o alongamento do passivo, a reorganização do fluxo de caixa e, sobretudo, a preservação da capacidade produtiva elemento central para a continuidade do negócio no agro.

A escolha por essa via demonstra domínio de instrumentos financeiros sofisticados e evidencia uma mudança de mentalidade: sair de uma lógica reativa, centrada na judicialização da crise, para uma atuação propositiva, baseada em engenharia financeira, governança e acesso estruturado a capital.

Internamente, a condução dessa estratégia também promoveu uma evolução na governança do grupo. André Rotta assumiu protagonismo na integração entre as dimensões produtiva e financeira, implementando maior disciplina de custos, racionalização de operações e alinhamento estratégico de longo prazo.

Sua atuação direta na comercialização das safras reforça esse modelo integrado, no qual decisões agronômicas e financeiras passam a operar de forma coordenada — um diferencial competitivo em um ambiente marcado por instabilidade de preços, câmbio e custos de produção.

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O caso do Grupo Rotta, portanto, não se limita a uma reestruturação bem-sucedida. Ele simboliza uma inflexão mais ampla no agronegócio brasileiro: a emergência de lideranças que compreendem que a sustentabilidade do negócio passa, necessariamente, pela combinação entre produção eficiente, governança sólida e inteligência financeira.

Ao conduzir o grupo nesse momento crítico sem recorrer à recuperação judicial, André Rotta se posiciona como um agente de transformação dentro do setor no agro. Sua atuação evidencia que existem caminhos alternativos viáveis e, muitas vezes, mais sustentáveis e seguros para enfrentar crises, sem comprometer as relações comerciais nem a reputação do Grupo Rotta, construída ao longo de décadas, priorizando soluções negociais legítimas e estruturadas com credores, bancos e fornecedores.

Em um Brasil que observa, com atenção, o aumento expressivo das recuperações judiciais no agro, sua estratégia projeta um modelo distinto: o de que a reestruturação pode e deve começar fora do Judiciário, com responsabilidade, técnica e respeito aos credores.

Mais do que gerir uma crise, o jovem CEO revelou uma capacidade rara de conduzir uma mudança de lógica com precisão, lucidez e visão estratégica incomuns. Sua atuação, marcada por decisões firmes e leitura apurada de cenário, ganhou projeção nacional, com destaque em veículos como a FORBES AGRO e outros noticiários, despertando interesse sobre como conseguiu reverter um quadro adverso ao adotar uma abordagem contrária ao movimento predominante de recuperação judicial no agronegócio.

Não por acaso, sua liderança passou a ser observada com atenção em todo o país, consolidando-se como referência de estratégia, responsabilidade e capacidade de articulação em cenários de alta complexidade. Mais do que um caso de superação empresarial, sua atuação projeta um novo parâmetro para o setor: demonstra que é possível enfrentar crises com inteligência financeira, preservação da credibilidade e respeito aos credores, sem recorrer à via judicial. Com isso, redefine padrões no agronegócio brasileiro e desperta o interesse de todo o mercado em compreender os fundamentos de sua estratégia.

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